quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A Lua Desta Quarta


   Quem pedalou hoje a noite pode deslumbrar uma bela lua cheia.


    Foto junto ao Natal Ecológico do Boqueirão.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pedal 17-11-2012 8 do Pulador

BR-285 próximo ao antigo Posto Pampa.
   Em uma tarde sem criatividade alguma, um dos percursos que mais conheço, cada curva, subida e descida; tudo decorado: São Miguel, Curva dos Pinheiros, casa roxa, Pulador por baixo, Horto Florestal da Semeato, BR-285, antigo Posto Pampa, Pulador, Tropeiro Camponês, casa roxa, Curva dos Pinheiros e São Miguel.
Após a casa roxa indo por baixo a Pulador, a lagoa só ficou visível depois que os eucaliptos cresceram.
 Logo após a foto acima, em uma pequena descida, meus pés se encharcaram, havia perdido a tampa de uma das caramanholas, perdi uns 10 minutos procurando-a.
Tampa fujona.
  Parei no cemitério para apanhar água, assim que recomecei a pedalar, como um índio moicano fui seguindo algumas 'pegadas' de bikes, calculei que fosse a turma das 15 horas, e que estariam no bar em Pulador, então fui pela entrada secundária ao "centro" do distrito, péssima ideia, com muita poeira e areia acumulada deis uns 3 "S" seguidos, quase caindo nos 3, tentei desclipar mas com toda a poeira acumulada nos clips não foi possível, por sorte não cai, quando a bicicleta estabilizou desclipei com alguma dificuldade, uma lubrificação fez-se necessária mais adiante nos pedais.
  Realmente a turma das 15 horas estava no bar , perguntei se alguém queria me acompanhar no '8 do Pulador', e o Dudi respondeu; "-Por hoje vamos ficar com o 4 mesmo!", pessoal se polpando para o pedal de domingo para as Salamarias.
Em Santo Antonio do Palnalto
   O pedal segue dentro do esperado, pedras onde sempre teve pedras, chão batido onde sempre foi, uma grande quantidade de poeira acumulada nas bordas da estrada, tornando-se perigoso pedalar muito nas laterais.
Em Santo Antônio do Planalto próximo ao pedágio na BR-285.
   Um trecho próximo ao pedágio da BR-285 recebeu uma recapagem bem abrasiva, deixando um degrau considerável entre pista e acostamento, que continua do mesmo jeito.
BR-285
  A BR estava tranquila, em um sábado de feriadão, uns 9 quilômetros depois retornei ao que realmente importa, estrada de chão, e junto com ela, no final do descidão em frente ao antigo Posto Pampa, a ponte esta em péssimo estado de conservação, recebeu uns remendos mas as cabeceiras estão ruindo.
Saiu do trilho, já era.
Blocagem quebrou







    








   

    Pouco antes de chegar a Pulador novamente,fui regular o banco, acabei quebrando a blocagem, que já estava pedindo uma nova faz algum tempo, a sorte que deu para apertar na altura desejada. Parei novamente no cemitério em Pulador para uma nova 'calibragem' de água.
    Entre o Tropeiro Camponês e a entrada do Aeroclube eu ultrapassei um grupo de uns 10 bike's, na 'cruzada' não reconheci ninguém, e com o crescimento desta atividade, encontrar pessoas diferentes pedalando deve ser uma tendência, principalmente com a chegada do verão.
Sol e poeira em Santo Antônio do Planalto
No início, antes de chegar a Pulador.
Remendo na ponte.

Santo Antônio do Planalto












  No total foi pouco mais de 65Km, em 3° 44' de pedal, a uma média de 17.4Km/h.
  
  

   A quilometragem deu um pouco mais devido que voltei procurar a tampa da caramanhola e que cruzei o "centro" de Pulador na ida.

 Como foi a última vez em 11-08-2012.

         "Só te julgarão pelo que você tem no bolso, 
                                                              nunca pelo seu caráter!" 
                                                                                           Kusma.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Pedal 15-11-2012 Passo Do Cruz, Povinho Velho, Chácara Fest, Comunidade Fauth, Transbrasiliana

Praça da Mãe Preta.
       Em uma tarde 'não tão escaldante', nos reunimos na Praça da Mãe Preta para mais um pedal, estávamos em um grupo de 10 bike's, decidirmos ir por: Vila Ricci, Sede Campestre do Comercial, Passo do Cruz, Povinho Velho, Fazenda Lagoa Bonita, Chácara Fest, Esquina do Despacho, Comunidade Fauth, Transbrasiliana, Posto Carga Pesada, Valinhos.
   Na entrada que vai para o lixão, o Guilherme optou em fazer umas trilhas, seguimos em 9.
Passo Do Cruz.
Cruzando a BR-285 Passo do Cruz/Povinho Velho em Mato Castelhano.
    Ao cruzarmos a BR-285, o pneu traseiro do Ismael furou, curiosamente no mesmo lugar quando eles fizeram um pedal pelo asfalto até Mato Castelhano.
  Reparo feito, seguimos até o cemitério do Povinho Velho, um rápido pit stop para reabastecimento das caramanholas.
Povinho Velho
   Mais a frete perdemos outro biker, o Lorenzini retornou pela EFRICA. Antes de chegarmos a Fazenda Lagoa Bonita, um Cross Fox cruzou por nós em altíssima velocidade, acredito que bem mais de 100Km/h, como ninguém em sã consciência andaria em tão alta velocidade com um carro tão frágil, desconfiamos de 'sua origem', criticas e desconfianças feitas, nos deparamos com três emas correndo em meio aos campos de trigo recém colhido, não deu tempo para tirar fotos das rápidas e enormes aves, apenas de suas pegadas.

      Nas proximidades da Chácara Fest, cruzamos por um casal de biker's em sentido contrário, o Everton me falou quem eram, mas como esqueço até meu nome...
Próximo a Chácara Fest.
    Cruzamos a RS-135, e pouco depois passou uma viatura do regimento por nós, na hora relacionamos a presença da polícia com o Cross Fox, mas depois ficamos sabendo que o motivo deles era outro, um furto e/ou tentativa no Banco do Brasil em Sertão.
   Na Esquina do Despacho perdemos mais dois biker's, o Eduardo e o Carlos, então seguimos em 6 para o "destino final".
  
   Ao cruzarmos novamente a BR-285, paramos no posto Carga Pesada para uma Coca e as considerações finais.
Comunidade Fauth

                                                                 
 
Dani e Ismael.
Everton
Vanessa
Fabricia
Não me lembro quem é.

Será que sobe?
   Para mim fechou 71KM, em 4° 12' pedalados a uma média de 16.8Km/h


domingo, 11 de novembro de 2012

Pedal 10-11-2012 Capinzal, Olaria Lago Nossa Senhora das Graças, Vila Rosso, São Roque, Roselândia.

Em Nossa Senhora das graças.
   A tarde estava de lascar, calor, abafado, nuvens aumentando a 'potência' dos raios UV. Estávamos em 8 biker's , como não tínhamos ideia para onde ir, 'sugeri uma sugestão' que havia feito a algum tempo, para não ficar muito curto, iriamos pela Olaria Lago.
Em Santo Antonio do Capinzal.
  Fomos por: Santa Marta, Nossa Senhora da Paz, Santo Antonio do Capinzal, Olaria Lago, Nossa Senhora das Graças, Vila Rosso, São Roque, Nossa Senhora da Saúde e Roselândia.
Cola diabo!!
 Um pneu furado nos perturbou em Santo Antônio do Capinzal, o transtorno é que era válvula presta, e só tínhamos câmaras de válvula americana, ai tivemos que fazer um remendo, que só grudou na segunda tentativa.
   Resolvido o problema seguimos, na baixada da Olaria Lago uma surpresa, a prefeitura arrumou a ponte.
Olaria Lago, ponte restaurada.
   Fizemos uma rápida parada em Nossa Senhora das Graças para reabastecimento das caramanholas, voltamos alguns metros até a entrada do caminho sugerido, que estava em pior estado que a última vez que passei por ali, o que aumentou muito a dificuldade, principalmente nas subidas, onde empurrar a bike foi a solução para a maioria.



Tudo que sobe desce, e depois sobe mais ainda....
      Quando chegamos na última subida para sair em Vila Rosso, um forte ronco de motor nos fez sair da estrada, achamos que vinha subindo um caminhão na estreita estrada.
-Sai, Sai, vem vindo um caminhão!!
   Esperamos, mas o caminhão nunca vinha, na verdade era uma colheitadeira colhendo o trigo em um outro morro ao lado...
  Uma parada em São Roque para um refri e tônica, o salão estava sendo preparado para um bailão a noite, pra quem gosta prometia, "os músico" tinhão boas torres, iluminação e um enorme telão de LED.
Em São Roque
  Ao chegarmos a cidade, nos dispersamos cada um para seu lado, "a francesa" como bem explicou o Mael.
Mael
Campanholo.













  Para mim foram pouco mais de 45Km em 3° 17' de pedal, a uma média de 13.7Km/h



                             "Alegria de pobre não dura pouco,
                                                           ela sequer existe!"
                                                                               Kusma.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pedal 02-11-29012 Nicolau Vergueiro / Ernestina

No início, junto ao módulo da Brigada Militar no Boqueirão.
    Como combinado, eu e o Igor saímos as 09:00 de frente ao módulo da Brigada Militar no Boqueirão, já fazia mais de ano que não pedalava neste trajeto,  desde 22 de maio do ano passado.
   Esta volta apesar de não ser muito longa, passa por cinco municípios: Passo Fundo, Marau(interior), Nicolau Vergueiro, Ernestina e Victor Graeff(interior).
A foto nos da a impressão de uma cidade limpa de transito organizado, mas a realidade...
    Demos os dez minutos de tolerância 'da rodoviária' e partimos por: Santa Marta, Nossa Senhora da Paz, Santo Antonio do Capinzal, Capinzal, Três Passos, Lenço Branco, Nicolau Vergueiro, Engenho Velho, Estrela do Sul, Ernestina, Faxinal, Três Lagoas, Encruzilhada Müller, Pulador, Tropeiro Camponês, casa roxa, Curva dos Pinheiros e São Miguel.
Em Capinzal.
   O dia prometia ser quente, e cumpriu sua promessa, pela 10:30/11:00 o sol estava de 'lascar', e sombra durante o percurso são raras.
Uma das raras sobras em Três Passos.
Em Três Passos
   As estradas agora que passou a 'euforia' das eleições estão sem "obras de melhorias", e por isso estão bem ""melhores"" que durante o período eleitoral. Além disso, devido ao dia de finados o movimento estava intenso nas estradas, e até congestionado em frente de alguns cemitérios. 
   Em Três Passos, quando pedalávamos em uma reta, um veado atravessou a estrada e se embrenhou em meio a uma plantação de trigo, sem chance de ser fotografado.
   Ao chegarmos na estrada que liga Marau a Nicolau Vergueiro, estava um tapete, e com o forte movimento, muitas vezes ficamos em meio a nuvens de poeira.
    No sobe e desce da localidade de Lenço Branco o fato mais inusitado do pedal, um caça AMX da FAB passou sobre nós voando muito baixo, mas muito baixo mesmo, a sorte é que estava em baixa velocidade, pois se estivesse em velocidade subsônica, sim, o mesmo não é supersônico, estaríamos surdos até agora.
AMX
O sobe-desce em Lenço Branco.
      Chegamos em Nicolau Vergueiro era próximo do meio-dia, paramos no posto na entrada da cidade, não tinha ninguém por lá, reabastecemos as caramanholas e seguimos para a barca.
Pit Stop em Nicolau Vergueiro
      Ao chegar na barca uma surpresa, nunca via a barragem com um volume de água tão grande, tanto que a pista teve que ser levantada para ter acesso a embarcação.
Uma rápida e boa conversa na balça.
   Conversando com o balceiro, ele nos informou que o motivo do aumento do volume das águas é devido a reforma da represa de Ernestina, a hidroelétrica está comportando o reservatório com a capacidade máxima, e que faltam 40cm para a água passar por sobre o vertedouro, já tem alguns trapiches submersos, e outros que serão quando a barragem atingir sua capacidade máxima.
  Logo que passamos a barragem, agora pedalando em Ernestina, olha quem encontramos próximo ao asfalto; não dá mais para treinar escondido...
Régis e esposa.
   Acessamos Ernestina pela entrada secundária, de chão, quando iniciou o calçamento, em uma descida, a trepidação fez escapar a "lancheira", que ficou presa entre a garupeira e o pneu, nada de grave com o almoço. Em Ernestina fomos ao posto de combustíveis junto ao trevo na RS-153, água gelada e as torradas que levei foram o almoço completado com algumas barras de cereais, em menos de 20 minutos já estávamos pedalando.
Ernestina ficando para trás.
    O sol não deu trégua, e nas subidas de Faxinal 'a coisa' complicou, em mim um princípio de caibra na parte interna das coxas logo acima dos joelhos, no Igor tontura dor de cabeça e "zóio nuviádo".
A foto não ficou nítida, mas dos altos de Faxinal se enxerga Ernestina, Tio Hugo e Victor Graeff
   Paramos em um bodegão legítimo de chão de tabuão, paredes de madeira bruta, janelas sem vidro fechadas a tramelas em Três Lagoas, um Pepão estupidamente gelado deu uma acalmada no calor, que logo retornou com o reinício  do pedal.
Em Três Lagoas.
    A esta altura o pedal já estava em percursos bem conhecidos, passamos por Encruzilhada Müller e Pulador, e quando estávamos próximo ao Tropeiro Camponês, encontramos o pessoal da pedalada das 15:00.
Os ponteiros; Dani, Márcio, Miguel e Rafael.
Zoom.
Foto: Miguel
     Continuamos o restante do percurso, quando já estávamos no asfalto, na entrada do bairro Xangri-la o Guilherme nos alcançou dando uma volta de speed, paramos no posto onde se deu início ao pedal tomar um refrigerante, resolvi ir até a casa do Igor fazer mais uma quilometragem no meio do patético congestionamento de feirado, maior que horário de pico de dia de semana, é povo que lê é mais culto mesmo, aham, me engana que eu gosto, sem falar que a tal feira na Gel. Netto só contribuiu para o congestionamento na área central da cidade, já passou da hora de realizar tais eventos sem prejudicar ruas e avenidas do centro de nossa cidade.
Sem sujeira, não tem história.
  No total para mim deu 127.77 Km, em 8° 30' de pedal a uma média de 15.0 Km/h.


  Muito trigo aguardando ser colhido:

Faxinal
Estrela do Sul
 
 Percurso no Google Mapas:                                 


Visualizar Nicolau Vergueiro / Ernestina em um mapa maior

Sem comentários.


                              

   



  
    Faz uma semana que perdi um grande amigo para o câncer, a alguns anos que não o via, pois por motivos profissionais ele estava residindo em Uruguaiana.
    A imprensa disse que perderam um grande profissional, mas quem realmente o  conheceu sabe que a sociedade perdeu um grande homem, que tinha muito mais a ensinar do que a aprender...
   A aventura de hoje é dedicada ao amigo Cristiano dos Santos.