sábado, 8 de outubro de 2011

Pedal 07-10-2011, A Maldição do Stop

Vista a partir da perimetral entre Santa Marta e Ginásio Municipal.
   Lavei a relação da bike quarta feira, entrou um pouco de água no stop, não dei muita bola, isso já ocorreu algumas vezes nestes 20 anos de poeira, pedra e buracos, mas desta vez teve consequências.
Jogando pedra nas pombas, literalmente
Foram várias tentativas, a pomba nem se mexeu.
  O Cesar me ligou, queria comemorar a entrega do seu TCC com uma pedalada, saímos as 16:30 em direção a Capinzal, mas a "surpresa" veio antes, em frete a Brizoleta uma pedalada em falso, tão bruta e violenta
e  violeta que me desclipou os dois pés, projetando as duas pernas para frete, fiquei apoiado a bicicleta apenas pelo guidão, as pernas 'no ar' pareciam que os joelhos estavam acima dos sovacos, a velocidade era baixa, menos de 15km/h, aterrizei com a perna direita ao solo, sem queda, mas proporcionou a parada da bike no mesmo instante, e uma dor 'cuíuda' na perna na parte externa entre o joelho e o tornozelo.
    Recuperado da dor, já que do susto não deu tempo, achei que a 'nega véia' não iria perturbar mais, a alegria durou até a entrada para a localidade de São Pedrinho, lá entregou os pontos e me deixou na mão, melhor, nos pés...
Olha a alegria do 'tininho', ehehe!!
    Bom, o negócio foi retornar a pé pra casa, aproveitando apenas as descidas, já estou ficando craque em caminhar de sapatilha, o Cesar me acompanhou até o trevo da Santa Marta, onde eu vim pela perimetral, caminho mais curto para casa.
   Estou pensando em uma forma de carregar um stop reserva, mas isso acarretará em ter que carregar o stop e mais chave para retirar o cassete(pinha), e outra para retirar o stop, sem falar que esta peça só e vendida separadamente para speed, MTB tem que comprar o par de cubos e retirar o stop, 'meio' ilógico considerando o desgaste de um stop de speed para um de MTB.




















       "Cada um tem de mim exatamente o que            cultivou."
      Charles Chaplin.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pedal 02-10-2011 Encruzilhada Müller


     Pedal passando por: São Miguel, Curva dos 3 Pinheiros, casa roxa, Tropeiro Camponês, Pulador, Encruzilhada Müller, Santa Teresinha, MST, Bom Recreio, Santo Antão, MD Haras.
    Com um sábado chuvoso e frio, o domingo se mostrou ensolarado e de temperaturas amenas, estradas praticamente sem poças d'água, mas com muito barro seco com as marcas das patinadas dos veículos que por ali deram uma 'patinadinha' no sábado, necessitando de uma boa atenção do biker.
  O pedal não foi dos mais rápidos, mas foi como deve ser, constante, apenas 4 paradas, Pulador, Encruzilhada Müller, Bom Recreio e Santo Antão, a mais longa em Pulador para pegar água no cemitério que não durou mais de 2 minutos, as outras 3 não foram superiores a 1 minuto.






     
     Fechando em um total de 38,5Km, a uma média de 15,2Km/h em 2° 31'.







"Dos defeitos possíveis e imagináveis do ser humano, a covardia é o pior de todos "    
                                                Kusma.                                                                         

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Pedal 27-09-2011, O canote quebrou...

      Aceitando o convite do amigo Lorenzini, fomos pedalar nesta tarde, a idéia era ir até Pulador por um lado e retornar pelo outro, sim era, pois na segunda subida entre São Miguel e Curva dos 3 Pinheiros, quando ‘mudei’ do modo em pé para o sentado, um estouro forte; no mesmo momento resmunguei para o Lorenzini, “-Quebrou o quadro!”, mas antes mesmo de descer da bike, ouvi o banco picando na estrada morro abaixo, confesso que foi um alívio, pois se o quadro quebrasse de cair banco com o canote eu não estaria pedalando, e sim caindo, o que realmente quebrou foi o canote do banco.

     A verdade é que foi puro desleixo, pois ligas de metal, ao contrário do carbono, na maioria das vezes ‘avisa’ que algo está errado, entortando, trincando, rangendo, soltando um ponto de solda etc., o carbono na maioria das vezes se quebra sem ‘aviso prévio’, no meu caso, o canote estava torto, e deveria te-lo trocado antes do transtorno.
      Com a alicate que carrego no meu kit de ‘primeiros socorros’ não conseguimos tirar o ‘toco’ de canote que ficou dentro do tubo do quadro, decidimos voltar, ainda mais que estava perto de casa, desci a lomba na bike, mas a sensação sem o banco é horrível, não é só não poder sentar, surge uma instabilidade enorme, insegurança, sem falar na impressão de estar pedalando uma BMX, fomos a pé mais um pedaço, até um caminhão da Dalvar oferecer socorro, coloquei a bike na caçamba com auxilio do carona, enquanto o Lorenzini foi pedalando e sumiu na frete, o alcançamos já na Cidade de Deus, como fiquei na entrada da Graeff, aguardei um instante o Lorenzini chegou, me desculpei novamente, pois o transtorno era culpa minha por não fazer a manutenção correta da bike, e dei uma ‘maravilhosa’ caminhada de pouco mais de um quilometro até em casa, mesmo no asfalto não deu coragem de pedalar sem banco.
      Esta situação me fez pensar naqueles, principalmente naquelas, que sempre pedalam sentados, sem dar “uma güélinha pra buzanfá”, estes bikers nesta mesma situação provavelmente cairiam,  pois eles(as) sempre param a magrela com a bunda no banco, sendo três apoios na bike, braços, um dos pés, e o traseiro, mas como parariam uma bicicleta sem o apoio da bunda? Ou pior, como andariam em pé na bike e parar com apenas dois apoios na bicicleta? E se a situação fosse em uma descida? É minhas colegas de trabalho, está na hora de rever alguns conceitos, principalmente que pedalar em pé nas subidas, ou revezar, hora em pé, hora sentado, ajudaria muito, nas descidas é fundamental estar em pé na bike, com o banco preso entre as pernas para maior estabilidade e distribuição de peso morro a baixo, normalmente com o forébis um pouco atrás da linha do banco, coloquem em prática estas dicas e verão uma enorme diferença em suas pedaladas, diminuirá consideravelmente a fadiga.
         Uma boa revisão semanal na magrela, mesmo que no “zóiômetro”, evita este tipo de transtorno, que hoje foi só uma caminhada de sapatilha rígida e pavorosa para andar, já que foi projetada para pedaladas...












   Analizando melhor os restos mortais do canote da marca Zoom, percebi que a parede do tubo tinha uma diferença na espessura, uma parte tinha 1,5mm, e outra 2,5mm, ai fica a dúvida, quebrou por essa diferença de espessura no tubo, ou a fadiga mudou a espessura do tubo e quebrou? Essa só o CSI para responder.
   OBS: O 'incidente' me deixou dolorido e com hematomas na parte interna das coxas logo acima dos joelhos, na hora não senti, mas agora que escrevo este complemento do texto, as 18:00 de 30-09, ainda dói consideravelmente. 

Pedal 26-09-2011 Interior de Coxilha e Mato Castelhano

Quase na sede campestre do Comercial.

          Saindo as 15:00 de casa, passando por: UPF, Alto do Cruz, Cruzamento do Despacho, interior de Coxilha e Mato Castelhano, Povinho Velho, Passo do Cruz, Sede Campestre Comercial, Vila Ricci.
        Quando estava no cruzamento da Avenida Brasil com Beto Gonçalves fiquei sem freio traseiro, percebi que a espia do cantilever havia se soltado, uma breve parada nos altos da Petrópolis para o reparo de menos de 30 segundos, um legítimo pit stop, nestas horas que se vê que não é inútil carregar ferramentas, sem elas teria que retornar para casa.
         O percurso que fiz hoje é o mesmo que o pessoal fez sábado, só que ao contrário, em alguns trechos ainda deu para ver as “pegadas” deixadas por alguns.
Parece altimetria do Google Earth!
      Com um total de 56 km, em 3°14’, a uma média de 17.2 Km/h.
Simplesmente NADA! 












Para assistir sua novela preferida está mais que boa esta tela.













 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

-Hey Eddie!!!

    Quem nunca passou por situação semelhante, nunca andou de bicicleta...


Hey Eddie! por Kusma no Videolog.tv.

   Competição de Destinos (American Flyers) 1985.

domingo, 25 de setembro de 2011

Pedal 24-09-2011, Encruzilhada Müller

Pulador
      Continuo saindo tarde para minhas pedaladas, 15:30, passando por; São Miguel, Curva dos 3 Pinheiros, casa roxa, Tropeiro Camponês, Pulador, Encruzilhada Müller, Santa Teresinha, MST, Bom Recreio, Santo Antão saindo no Haras MD.
Encruzilhada Müller
     Ao chegar na casa roxa me deparei com um biker desconhecido retornando para cidade, o mesmo cruzou por mim 'botando os bofe' pra fora e me avisou, "não vai por ali que a estrada tá horrível!", bom, isso eu já esperava, da casa roxa indo reto para Pulador a estrada e boa quando e rápida quando não chove, choveu ontem, então.... me fui pelo Tropeiro Camponês. E ao me aproximar dele me arrependi de ter 'me arrependido' de ter colocado muita roupa, um vento frio de rachar o "cucuruto" me acompanhou por praticamente o restante do pedal.
Tropeiros perdidos?
     Próximo a Encruzilhada Müller, saindo de uma propriedade um grande grupo a cavalo, perguntei para onde iam, mas não responderam, no bom estilo "bombachudo ignorante", o tradicionalismo está em plena decadência desde o fim da década de 90, e quem o pratica o empurra ainda mais para o fundo do poço...
Não se perca!
 O pedal prosseguiu no ritmo de fora de forma e com o frio se acentuando, no Haras MD, que agora recebeu ligação asfáltica até a ERS-153,  estava em andamento o CSIO da Juventude, algum congestionamento no local, mas sem grandes problemas.
   Dei mais uma volta no centro para fechar a pedalada do dia, em 50,5Km, em 3° 06", a uma média de 16,3Km/h.
Haras MD
Por-do-sol no Trevo Boqueirão, de "vergar" Clio.










  Abraço.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pedal 21/09/2011 Transbrasiliana

   Saindo as 16:00 de casa, não sobrou muita opções de pedalar, então lá me fui pra nossa BR de chão e pedra, de muito mais pedra, diga-se.
  Uma pedalada tranquila, até ingressar na Avenida Brasil no trevo do São José, transito ruim desde o início da avenida, isso já eram 18:30, ai da pra imaginar como estava, na área central tudo parado da Silva Jardim até a Teixeira Soares, e como de costume, entro no corredor entre as faixas paralisadas, pois andar pela direita nestes casos é perigoso; a cara dos motoristas e passageiros dos carros engessados é de indignação: "-A bicicleta foi, e eu to aqui fu..."
        Acredito que até o final de semana dou mais uma pedalada, já que a ideia é retornar aos pedais longos. 
I Love My Cr-Mo, nessas horas o velho aço faz muita diferença
Foto tirada a quase 30Km/h de um celular, até ficou boa.