segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pedal 23-06-2013 São Miguel, Pulador, Três Lagoas, Encruzilhada Müller, São Miguel

Interior de Santo Antonio do Planalto
    As 13:30 eu e o Ramon saímos para o "new" 8 do Pulador por:
São Miguel, Curva dos Pinheiros, casa roxa, por baixo a Pulador, Horto Florestal da Semeato, Pesque e Pague Rei do Campo, Três Lagoas, Encruzilhada Müller, Pulador, Tropeiro Camponês, casa roxa, Curva dos Pinheiros, São Miguel.

  Pegamos alguns pontos de barro, mas também lugares secos, com direito a poeira. Quando saímos da estrada que liga Pulador a BR-285, na altura do Rei do Campo a estrada fica bem estreita, mas estava em melhores condições de quando passei por ali em março.
Qué? - foto: Ramon
 Nesta parte do percurso encontramos o maior lamaçal do percurso, próximo a localidade de Três Lagoas.

  Quando chegamos novamente em Pulador o frio começou "a pegar", e em São Miguel o anoitecer chegou.
Ramon
  No final para mim fechou pouco mais de 72 KM, em 4° 23' de pedal a uma média de 16.4 Km/h.

Visualizar São Miguel, Pulador, Três Lagoa, Encruzilhada Müller, São Miguel em um mapa maior


 

domingo, 16 de junho de 2013

Pedal 15-06-2013 São Miguel, Bom Recreio, Santa Gema, Capinzal São Pedrinho, São Roque

São Pedrinho
    O hoje repetiu o ontem, saindo 14:50 de casa, acabei fazendo o mesmo percurso de ontem: São Miguel, Curva dos Pinheiros, casa roxa, Zóca, Bom Recreio, Santa Gema, fundos do Jacó, Capinzal, Santo Antônio do Capinzal, acesso secundário a São Pedrinho, São Roque, Nossa Senhora da Saúde, Roselândia.
No Zócs.
  Pensei em andar forte até onde as pernas aguentassem, o quê não seria muito, já que sai de casa cansado de ontem, efeito de um bom tempo parado.
Santa Gema
   Ontem tinha um trafego forte de caminhões, hoje estava mais calmo, mas com vários tratores.
  Quando estava chegando a São Roque encontrei a Dani, e um pouco mais a frete o Guilherme, e viemos junto até o centro da megalópole.
Chegando a São Roque.
Minha beleza é exclusivamente interior
Botinha do Jaspion
  
   



  No total foram 50 km, em 2° 56' sendo 2° 45' de pedal, a uma média de 18.1 km/h, e 11' parado.

Visualizar São Miguel, Santa Gema, Capinzal, São Pedrinho, Roselândia. 

sábado, 15 de junho de 2013

Pedal 14-06-2013 São Miguel, Bom Recreio, Santa Gema, Capinzal São Pedrinho, São Roque

Fundos do Jacó.
     Em uma tarde nublada, e com  previsão de chuva para o sábado, resolvi dar uma pedalada e mais um test drive na magrela, indo por:
São Miguel, Curva dos Pinheiros, casa roxa, Zóca, Bom Recreio, Santa Gema, fundos do Jacó, Capinzal, Santo Antônio do Capinzal, acesso secundário a São Pedrinho, São Roque, Nossa Senhora da Saúde, Roselândia.
Próximo a casa roxa.
  Na casa roxa algo estranho, parei era o banco que estava ficando frouxo, este está difícil acertar uma regulagem já que o aperto do mesmo é bem jaguara, e com a medida de 29.4mm fica difícil mais opções de canote.
    Que a pintura é vagabunda eu já sabia, mas que uma simples pedrada de percurso iria descascar? Bom, mas bike para isso se não for toda judiada, fica rapidinho...
Santa Gema
    Na descida para chegar no Bom Recreio, que foi patrolada e bem empedrada e compactada, resolvi "me largar" para ver como a bike se comporta com muita trepidação a velocidades acima de 40 km/h, e me surpreendi, a capacidade de absorção do quadro é fabulosa, e isso que estamos falando de tubos de entrada da True Temper, mas que já são de tripla parede, é nessas horas que ninguém ira me convencer do contrário, bike para isso tem que ter quadro de Cromoly, é, aço!
Nos fundos do Jacó
    O pedal ia legal, até que na entrada do acesso secundário a Olaria Lago um estouro, pra "variar" um raio quebrado, como o quadro tem a rabeta bem curta e fechada, o pneu 2.10 pegou no quadro, parei, bike de cabeça para baixo para centrar a roda a "zóio" e seguir, mas para minha desgraça quebrou mais um raio, deu um pouco de trabalho mas a roda seguiu livre e sem dois raios.
Adicionar legenda
  No acesso secundário a São Pedrinho, nas baixadas havia barro, mesmo com vários dias sem chuva, mas com madrugadas bem úmidas.
Em São Pedrinho
Caminho conhecido por poucos em São Pedrinho.
      No total, mesmo rodando mais lento após o reparo na roda, foram 50 km, a uma média de17.2 km/h em 2° 54' de pedal.
Se a Shimano não coloca mais os números nos trocadores, "nóis coloquemô".
Nos fundo do Jacó em Capinzal.

Visualizar São Miguel, Santa Gema, Capinzal, São Pedrinho, Roselândia. em um mapa maior


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Pedal 25-05-2013 São Miguel, Pulador, Encruzilhada Müller, Bom Recreio. *Test Drive Miyamura True Temper*

A clássica foto do por-do-sol nos altos do Bom Recreio.
      Na tarde fria de sábado fui testar a "nova velha" bike que montei, já que a mesma é um misto de peças novas, semi novas e mega usadas. Logo que acabou o asfalto mostrou a que veio, confortável, estável principalmente nas subidas, desce que uma loucura, transmite confiança em poucos quilômetros rodados, o que a meu ver é até perigoso...
   Na subida da Xácara do Sacolão o banco ficou frouxo, assim que terminei de ajustá-lo Chico, Pekeno e Fabrícia estavam terminando a subida e juntos fomos como índios Cherokees seguindo o "rastro" do pessoal do pedal das 14:30.
Pekeno, Fabrícia e Chico.
     Ao chegarmos em Pulador não havia mais ninguém, a tia do bar nos disse que o pessoal tinha saído a, precisamente, oito minutos, voltamos e vimos que os rastros seguiam a Encruzilhada Müller, e lá encontramos o grupo.


     Passamos sem paradas por Santa Terezinha, mas na entrada do assentamento do MST uma parada para um remendo "externo" no pneu da bike do Guilherme.
Remendo externo no tubrless.

    No Bom Recreio todos foram pelo asfalto exceto eu e o Ramon que fomos por Santo Antão, evitando um bom trecho de asfalto, o mais perigoso com certeza.
Ramon, ao fundo o Bom Recreio.
   O frio estava "bem" presente na baixada de Santo Antão junto ao rio, ao chegar no asfalto pegamos a estrada lateral ao Santuário Nossa Senhora Aparecida e evitamos o trecho com 2° faixa, sem acostamento.
No primeiro pedal e eu já derrubei a bike no chão...

No total foram exatos 46 Km, em 2° 45' de pedal a uma média de 16.7 Km/h.
  Ainda falta ajustes de banco, canote, mesa, suspensão, guidão....

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Aventura no Feriado

O Clima não ajudou, fica para uma próxima oportunidade


     Neste feriado do dia 30, se não chover, iremos no Perau do Facão em Arvorezinha, desta vez para tentar chegar no interior do vale.

  Para chegar ao interior do vale é necessário "desfilar" pela passarela natural do local com seus muitos metros de altura.
São duas quedas d'água em sequencia, sendo uma de 70 metros e a outra de 80.
  Estive lá no ano passado de bike, o quê impossibilitou a descida no interior do vale.


Como foi ano passado, clique aqui
Mais fotos no site da prefeitura de Arvorezinha.
Vídeo gravado na "passarela", no YouTube

  Saída pela manhã de Passo Fundo, retorno a tarde.


 A pedalada pela "Rota dos Inferno" deve sair até o final do ano.

Rota dos Perais, Fontoura Xavier - Arvorezinha - RS por Kusma no Videolog.tv.

domingo, 12 de maio de 2013

Os Carros que Emerson Fittipaldi Pilotou na Fórnula 1 - 01° 01-Lotus 49C

Lotus 49C (Ford-Cosworth V8) Gold Leaf Team Lotus 1970


Piers Courage e Frank Willians
    No final dos anos 60, e em especial 1970, Emerson Fittipaldi vinha se destacando em várias categorias europeias que ele vinha participando, como as Fórmulas Ford, 2 e 3; e isso começou a chamar a atenção dos chefes de equipe da Fórmula 1.
O primeiro assédio veio de Frank Willians, que com a morte do piloto inglês Piers Courage, no GP da Holanda, precisava encontrar um substituto. Mas a equipe Willians era minúscula, e assim como outras 'nanicas' da categoria comprava/alugava carros de outras equipes/construtoras, e a Willians usava os De Tomaso 505, que não eram muito competitivos.
Piers Courage - Willians (De Tomaso Cosworth)  GP Monaco 1970
   Aconselhado pelo amigo Chico Rosa, Emerson decidiu aguardar uma oportunidade em uma equipe melhor.
1969, primeira temporada de Emerson na Europa, Fórmula Ford, em pé a direita Chico Rosa.
    O conselho foi correto, alguns dias depois, Dick Scammell, executivo da Lotus procurou Emerson e marcou uma reunião com Colin Chapman, após a conversa, e já de contrato assinado, o brasileiro aguarda o primeiro contato com um carro de Fórmula 1.
Colin Chapman 1970
   No dia 8 de junho, em Silverstone, é o grande dia, o carro a ser testado era o Lotus 49C, o mesmo que o primeiro piloto da equipe, o  austríaco Jochen Rindt havia vencido o GP de Mônaco no mês anterior. O austríaco também estava testando, só que um dos novos modelos 72.
  As palavras de Fittipaldi sobre sua primeira fez na F-1:
 "-Uma imagem que não me esqueço foi o primeiro teste na F-1. Era um Lotus 49 e foi em Silverstone. O Jochen Rindt estava lá, testando um dos novos Lotus 72 e o Colin Chapman pedi-lhe que desse algumas voltas no 49 para acertá-lo para mim. me lembro bem da cara dele, meio atravessada, como se dissesse 'que saco ter que acertar o carro para este moleque'.
Jochen Rindt
   Aquilo foi uma ducha de água fria, mas fiquei quieto. O Rindt deu umas 10 voltas, virou um bom tempo, entrou nos boxes e disse que tudo estava perfeito. Sentei no cockpit, ajustei o cinto e saí, muito pouco a vontade. Andei algumas voltas impressionado com a potência e voltei aos boxes para dizer ao Chapman que o carro saía muito de frete. O Rindt me interrompeu e disse que sabia o que era. E debochadamente disse que faltava "pressão" no pé direito. Aí, acho que me queimei. Saí de novo, andei um bom tempo, e no final da sessão tinha virado melhor que ele. Apesar deste mau início, mais tarde Rindt mostrou-se muito mais simpático".
    O melhor tempo de Emerson foi 1'22"6, e no final veio a determinação de Chapman, "Você estréia em Brands Hatch".
John Miles, o 2° piloto do time.
      E chega o grande dia, 18 de julho de 1970, Emerson não vai muito bem nos treinos e se classifica em 21° no grid. "-Havia duas 72 para Rindt(1° piloto) e o John Miles(2° piloto), e uma 49 para mim(3° piloto). Alinhei na última fila, ao lado de Graham Hill. Atrás da gente não tinha ninguém, mas para mim era aglória. Afinal eu estava alinhado em um grid de F-1 e em companhia, lado a lado, de uma lenda".
    Na verdade havia mais uma Lotus 49 no grid, largando na 23° e última posição, mas esta não fazia parte do time oficial Lotus, e sim da equipe Pete Lovely Volkswagen Inc. pilotada pelo americano Pete Lovely. 
Largada, Fittipaldi é o último carro a esquerda.
De outro ângulo.
      Emerson faz uma corrida discreta, sempre pelas últimas posições, mais herdando colocações que ultrapassando, o carro não ajudava muito, e ele rodava na média 3 segundos mais lento que os líderes. 
Emerson Fittipaldi e sua Lotus 49C.
    Na 57° volta perde a quarta marcha, prejudicando seu rendimento ainda mais, o que restou foi tentar conduzir seu carro até o final.

  Ao cruzar a linha de chegada em 8°, a duas voltas do vendedor, seu companheiro de equipe Rindt, além da satisfação de completar seu primeiro grande prêmio de F-1, as dores e cãibras devido ao câmbio  deteriorado completam o início de sua carreira da principal categoria européia.

  Resultado Final:

O vencedor Jochen Rindt e o segundo Jack Brabham.
  O resumo da prova:

   Com o Lotus Ford 49C Emerson Fittipaldi disputou mais dois GP's, o da Alemanha em Hockeinheim e o da Áustria em Osterreichring.
   Em 02 de agosto de 70 Emerson consegue seus primeiros pontos, largando em 13° e chegando em 4° no GP da Alemanha, o vencedor foi novamente seu colega de time Jochen Rindt.
Reunião da equipe Lotus, de camisa azul Rindt sentado no 72, na porta do motor home Miles, e Chapman,
em pé Fittipaldi 

   No GP da Áustria, largou em 16° lugar, e chegou em 15°, a 5 voltas do vencedor, o belga Jacky Ickx da Ferrari.
Como foi a prova:

Emerson Fittipaldi no grid do GP da Áustria.
  E estas foram as 3 primeiras provas de Emerson Fittipaldi na Fórmula 1 a bordo da Gold Leaf Team Lotus 49C Ford Cosworth.
Na estréia em Brands Hatch.