Aumentando a quilometragem para alguma possível viagem até o final do verão, um pedal duro hoje.
Santo Antônio do Capinzal.
Não vi que temperatura estava quando sai de casa, mas em Capinzal estava 37°C, mais a frente, quase na divisa com Marau/Carreta Quebrada, encontrei as tombeiras/caçambas da prefeitura e patrola, no início da recuperação da estrada, pedras a beira da estrada e revirada de terra, vamos ver como irá ficar.
Carreta Quebrada.
Ao mudar o rumo de Carreta Quebrada para Morangueira, o sol pegou valendo nas costas, a "sambiqueira" pegou fogo, e não tinha muito a fazer, já que era um longo trecho de reta, com um sobe e desce violento.
Carreta Quebrada.
E na última subida para Morangueira, curta e absurdamente ingrime, uma troca errada de marcha me fez subir a pé, correndo, o que foi mais rápido que pedalando.
Morangueira.
Perto de São Pedro do Jacuí, o calor e as subidas cobraram o preço, o cansaço pegou valendo.
Carreta Quebrada.
Logo atrás da igreja de São Pedro do Jacuí, construíram uma casa nova, onde tem uns cusco chato, um achou que estava em uma paleteada, começou a bater na bicicleta me empurrando para fora da estrada, que já é bem estreita por ali.
Posse Boa Vista.
A subida para Posse Boa Vista hoje estava em boas condições, a ultima vez que passei por ali tive que subir boa parte empurrando a bike.
Carreta Quebrada, vista da Cotrijal, em Três Passos.
De volta aos limites de Passo Fundo por São Brás, as ultimas subidas, temidas por muitos, mas a essas alturas não fazia muita diferença.
Carreta Quebrada.
Chegando em São João, aquele trecho chato na RS-324 até o trevo do Ricci, o transito da Megalópole, e casa!
Posse Boa Vista.
No total foram 16'28" parado, e com uma velocidade media de passeio ciclístico, tem que melhorar muito.........
Mais uma tarde fugindo da chuva, a ideia era ir pros Capinzais e ir pros lados de Marau, mas ao chegar no Trevo Boqueirão/Caravela, a chuva estava "pegando" para aqueles lados, então uma mudança de percurso e ir para o "inédito" Pulador.
Pulador, cemitério ao fundo.
Ao chegar em Pulador, nuvens carregadas pros lados de EstÂncia Nova e também para Encruzilhada Müller, ai só restou retornar.
Túnel do "veado".
Chegando próximo ao Aeroclube o sol deu as caras, retorno ao plano inicial, ir para os Capinzais, já quê ainda tinha muitas horas de luz natural, mas me frustrei, antes mesmo de chegar no Bom Recreio o tempo fechou novamente, ai encheu o saco e fui para Santo Antão encerrar a "indiada".
Fundos da Chácara do Notre Dame.
A estrada para Santo Antão estava extremamente movimentada, pois o fluxo da RS-153 foi desviado pois havia ocorrido um grave acidente próximo a ponte do Pinheiro Torto.
Ao lado do finado Zoca.
O vento e o desânimo atiraram a velocidade media lá embaixo, e para fazer uma distância aceitável, acima de 50km, u uma media pouco "menas" de passeio ciclístico, uma volta pelo centro da megalópole, o que acaba interferindo no tempo parado, que hoje, nas coxa, deu 10'20".
Dados.
Mas o quê mais chamou a atenção hoje foi a temperatura, chegou a 28°C em alguns momentos, mas o vento fez a sensação térmica ficar abaixo de 20°C, pois deu para sentir frio, em pleno Janeiro...
Em um domingo inútil, que novidade, e com previsão de muita chuva durante a semana, aproveitei o domingo teoricamente seco.
Santa Gema.
Mas não foi bem assim, ao chegar no Capinzal o quê parecia que iria ocorrer mais tarde chegou, a chuva, e forte, em pouco tempo a estrada já estava enlamaçada, e para piorar, esqueci os "prástico" para proteger os eletrônicos, então, por ali mesmo parei na proteção de algumas árvores até a chuva dar uma acalmada.
Capinzal.
A chuva não durou muito, mas ainda com muito barro, os pneus X-King, um puro sangue no seco vira um pônei maldito no barro, uma instabilidade grande, sim, ele não é feito para isso, o fabricante avisa na embalagem, mas ao chegar em Santo Antonio do Capinzal, já estava comendo poeira novamente.
São Pedrinho.
Em frente a pedreira em São Pedrinho, nos lixos que os feladaputa insistem em largar ali, o capuz dos restos de uma capa de chuva serviu de proteção da máquina fotográfica, e a embalagem de um salgadinho marca diabo para o celular, e dali até em casa foi um chove não molha...
Santo Antônio do Capinzal.
O sensor de frequência cardíaca deu mais uma bugada, já que máxima de 240BPM, retorna para cidade de Uber do IML.
Capinzal.
Capinzal.
São Pedrinho.
Resultado final.
Tempo parado foi de 15'32", se protegendo da chuva, catando saco plástico, e os semáforos da área central da megalópole.
Em uma tarde de chove não chove, resolvi arriscar, e acabou sendo foge daqui, vai pra li...
Pulador.
A ideia era ir até Pulador, e seguir para Encruzilhada Müller, mas chegando em Pulador, estava chovendo pros lados de Encruzilhada Müller, então, resolvi voltar, para não ficar tão curto, fui pro finado Zóca, e dali iria para Santo Antão, mas estava chovendo pros lados do centro, fui para o Bom Recreio, e agora sim, para Encruzilhada Müller.
Pulador.
De Santa Teresinha até Encruzilhada Müller peguei barro, nada muito alarmante, mas alguns trechos precisou diminuir bastante o ritimo, este inclusive estava horrível, parecia que estava pedalando puxando um arado, a "bike", eu não tenho nada haver, estava coisada hoje.
Vista do centro de Pulador, já próximo a
Encruzilhada Müller.
Logo que cruzei novamente por Pulador, percebi quê todos os desvios da chuva, agora não serviriam para nada, então, "plastifiquei" a câmera fotográfica e o celular, e aguardar a "molhada"...
Chuva chegando!
Não demorou muito, ao chegar na Casa Roxa/Chácara Notre Dame, ela chegou, mas não durou muito, cheguei no São Miguel já comendo poeira novamente.
Chegou...
Câmera plastificada.
No total de tempo parado foram 2'32", cruzando asfalto, tirando foto, e plastificado os eletrônicos.
Em uma tarde quente, um desafio mais forte, ou pelo menos a tentativa de um, fazer o percurso do acidente, e ao chegar no Cruzamento da Macumba ir pros lados do Povinho Velho.
Bom, tarde quente foi pouco, ao entrar na Transbrasiliana o "troço" ferveu, próximo a Comunidade Fauth chegou a 42°C, e a temperatura foi oscilando entre 40°C, 41°C até Coxilha.
Fervendo.
Aquela parada estratégica no POsto junto a água gelada, aquela barrinha de cereal "desgranhenta", e de volta ao trecho, quê, pelo menos a temperatura finalmente "descolou" dos 40°C, e agora estava mais "amena", algo em torno de 35°C.
Pit Stop em Coxilha.
Saindo de Coxilha.
Entre a localidade de Maquinista Maino e o Cruzamento do despacho tem aquele tobogã da desgraça, ali foi sofrivel, vontade de chegar na Macumba e ir direto para a UPF, mas a vontade de fazer um pedal de "3 dígitos" foi maior.
No Povinho Velho percebi que estava dando várias pancadas de chuva em várias direções, ai era só ficar na torcida para não cruzar meu caminho, por ali também mais um abastecimento de água, agora no cemitério, local temido por alguns, mas para mim a eterna fonte de água.
Passo do Cruz, a chuva chegou.
Mas ao cruzar a BR-285 e entrar na localidade do Passo do Cruz não deu, a chuva me pegou, mas nada extraordinário, de extraordinário mesmo foi a temperatura, que chegou a 24°C, ou seja, em 4°30' a temperatura baixou 18°C, Rio Grande do Sul é a treva. Por ali senti as primeiras cãibras, ai foi usar os mais de 25 anos de experiência, e vir negociando com o velho corpo para não empacar pelo caminho até em casa.