segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Campanha Polêmica da GM, GIANT da a Resposta

  A GM, General Motors, fez uma campanha publicitária nas universidades americanas com o slogan; "Reality Sucks", A Realidade é uma Droga, dando a ideia de que ir a universidade, ou utilizar a bicicleta como meio de transporte, seria algo vergonhoso.
  No material de divulgação aparece um ciclista tapando o rosto para a colega gatinha "gasosa" não o reconhecer, a mesma passa por ele sorrindo, se achando o máximo por estar na "caranga" do "lindão de carrão".
  Na parte de baixo do anúncio diz: "Stop pedaling...start driving.", Pare de pedalar...comece a dirigir.
   A empresa foi criticada por diversas entidades e organizações relacionadas a bicicleta, juntamente com os ambientalistas  de várias partes do mundo.
  A também americana Giant, fez uma campanha em resposta a da GM, com o slogan "Reality Does Suck", A realidade é uma droga mesmo.
   Mostrando a realidade dos congestionamentos e a poluição que os carros provocam, fazendo também a comparação de custos entre se ter uma bicicleta e um carro, no final a mensagem; "Stop driving...start pedaling.
   Agora vamos a nossa realidade, a do BraZil, a campanha pode ser polêmica na América do Norte, boa parte da Europa, Asia e Oceania, mas aqui quem utiliza a bicicleta como meio de trasporte, e não apenas para esporte/lazer, sempre será visto como um fudido, experiência própria. E depois, alguém aqui já viu um cara ganhar uma universitária de bicicleta? 
    Dos vários Pedais na Noite que foram realizados no campus da UPF nunca vi um do grupo sair com uma gatinha no varão, agora se estivesse com a caminhonete da GM, sugerida no encarte, ouvindo um "Sertanojo Universitário", sairia com a caçamba cheia...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pedal para Salamarias, São Luiz da Mortandade, Capingüi


-Data:20-11-2011 Domingo.
-Saída/Chegada: Praça da Mãe Preta.
-Horário Saída: 08:00.
-Horário Chegada: Final da Tarde.
-Distância Total: 73Km.
-Preview do Percurso: Sim, postagem logo abaixo.
-Percurso no Google Earth: Download Aqui. 
-Condições Climáticas Para o Evento: Chuva a partir de Sábado será cancelado.
-Alimentação: Cada participante é responsável pela sua.
-Local de Descanso/Almoço: A definir, já que o Eco Parque Taquari está fechado.
-Carro de Apoio: A Confirmar, se tiver um número expressivo de participantes, consigo uma caminhoneta a um custo de 5,oo por participante.
-USO OBRIGATÓRIO DE CAPACETE.


    Convido a todos para participarem de um pedal neste domingo por caminhos desconhecidos pela grande maioria, com belas paisagens e de muitas fotos.
   O pedal será em ritmo de descontração e confraternização entre os participantes, e lógico, que se pedale com responsabilidade, época de colheita de trigo e plantio de soja, comum o trânsito de máquinas agrícolas e caminhões nesta período.
    Uma boa parte das maiores subidas do percurso podem ser evitadas se for feito outro percurso de ida pela estrada se São Braz, fica a critério dos participantes.  
Altimetria
   Assim que tiver definido o local de parada para almoço, avisarei.
   Aos interessados deixar comentário ou me avisar por e-mail.


   Até domingo.

domingo, 13 de novembro de 2011

Pedal 12-11-2011 São Roque, São Luiz da Mortandade, Taquari, Capingüi, Passo da Cruz

Nos cafundó de São Braz
        Hoje foi dia de pedalar como nos velhos tempos, não tanto pela distância, mas sim pela dificuldade do percurso, além da quantidade de subidas, que já é esperado pedalando pelo interior de Marau, mas também pelo estado acidentado de muitas das estradas percorridas, estradas estas esquecidas pelo poder público a anos, mas, verdade seja dita, assim é melhor...
São José
    Passei por Roselândia, Nossa Senhora da Saúde, São Roque, São José, São Luizinho, São Braz, São Pedro do Jacuí, Posse Boa Vista, São Luiz da Mortandade, Taquari, Cachaçaria Pol, Capingüi, Passo Da Cruz, Sede Campestre Comercial, Ricci/Semeato.
   O dia hoje ajudou, de parcialmente nublado a não choveu, não sei por quê? Sai de casa as 14:15, sabia que o trecho era pesado, logo no início entre São José e São Luizinho foi patrolado e espalhado brita grossa sem compactar, a sorte que era a descer, normalmente faço este trecho a subir. Logo que Passei São Luizinho entrei a esquerda, em direção a São Braz, a partir dali tudo era novidade, inclusive esta parte totalmente deserta, pode-se pedalar pelado que os únicos que verão sua bunda branca vai ser os E.T.'s.
    Sai na estrada se São Braz, andei uns 80 metros e entrei a direita, logo mais a frete um grande problema, a estrada "acaba" em uma propriedade, o fato é que no Google Earth, este pondo ainda é uma foto de 2000, não existia a propriedade que 'absolveu' a estrada.
   Retornei, entrei em uma estrada não programada, e graças a um bom 'achismo' sai um pouco mais a frente que deveria, já próximo de Posse Boa Vista, uma recalculada nas orientações e segue o baile.
Parte clara, foto de2000, parte escura foto de 2010
   A partir dai a paisagem muda bruscamente, vários morros, e a estrada não os circunda, tem que subi-los, ou melhor, escala-los, na foto abaixo, que não mostra bem a realidade, em 300 metros tem um ganho de altimetria de 24 metros, parece pouco, mas não é, acrescentando pedras soltas e alguns buracos...
Entre Posse Boa Vista e São Luiz da Mortandade.
  Mais a diante,  passei por um buraco que não havia visto, o tranco foi violento a ponto de desclipar o pé esquerdo e cair a corrente simultaneamente do cassete e pratos do pedivela, nesses 20 anos de lida nunca vi uma corrente cair assim.
  Segue os morros até entrar na Rota das Salamarias, bem próximo aos portões do Eco Parque Taquari, este estava com os portões fechados, fui descobrir o porquê quando cheguei em Passo Fundo.
   Bom, isso já era 17:15, previsão obvia, pedalarei a noite, como sempre trago os faróis com as baterias carregadas, sem problema se escurecer e eu já tenha chegado em trecho conhecido, se escurecer lá pelo Capingüi já estou no lucro.
RS 324 Marau. localidade Taquari
   Foram 300 metros pela RS 324 em direção a Marau e entrei a esquerda, continuando na Rota das Salamarias, agora em direção a Cachaçaria Pol, a estrada vai ficando cada vez mais estreita e sinuosa, a Cachaçaria fica no alto de um morro, imponente, mas ainda em construção, aparentemente uma 'nova sede' para receber melhor os turistas e apreciadores da branquinha, será que lá tem aquela que matou o guarda?
   Segue a estreita estrada costeando os morros, com "pequenos vales" nas baixadas, segue esta paisagem até se avistar esta abaixo:
Ói, ói o trem...
     Esta vista foi um alívio, estava chegando em terras conhecidas e ainda tinha a luz do sol, que se esforçava para transpor as carregadas nuvens que teimavam em não "largar" água.
Uma breve passada na portaria do Capingüi para reabastecimento das caramanholas, e largar "no porão" uma barra de cereais, e imaginando onde o escuro me pega.
  Nesta região foi possível ver os campos de trigo amarelados, secos, prontos para a colheita, que estava sendo feita em algumas propriedades.
Próximo ao Capingüi.
   O rusco-fusco me pegou quando cheguei no Passo da Cruz, e a escuridão plena, para se utilizar os faróis a uns 2 quilômetros da sede campestre do Comercial.
A cidade está lá, e o caminho está aonde?
   Já na Vila Ricci, aos fundos da Semeato encontrei o Pekeno e esposa de carro, paramos para conversar em frete ao Banrisul São Cristóvão, e ele me falou que o Eco Parque Taquari está fechado, até o           site esta off.
   E para fechar toda esta narrativa, quando estava a menos de um quilometro de casa, a rua estava com uma parte escura, com as lâmpadas da iluminação pública apagadas/queimadas, cruzei por um guri de uns 8 anos de BMX e ele me disse: "-Cuidado ali tio, tem um cachorro que pula nas pernas", não andeis 10 metros e o bicho veio, e pra ajudar era todo preto, só dava pra ver, literalmente, o branco do zóio e dentes; tenho que dar mais valor para as informações repassadas por crianças.

   Para os amigos aventureiros de Google Earth se cuidar ao fazer seus percursos, em local de foto muito desatualizada no programa, evitar estradas muito 'secundárias', pois hoje além do trecho que não existia mais, alguns cruzamentos que serviam como orientação pela estrada principal também não existiam mais, problema este já verificado quando fiz a Rota das Salamarias ano passado.
Subindo, São Luiz da Mortandade

Descendo, São Luiz da Mortandade

         
           Próximo ao Comercial
   Esta volta, com saída/chegada da praça da Mãe Preta tem pouco mais de 70 Km, estou pensado em faze-la novamente domingo, saindo pela manhã e retornando a tarde, alguém se anima?
   No total foram 84Km a uma média de 14.5Km/h.








  





quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pedal 09-11-2011 Pulador, Testando o velho corpo

    Bom, deixei de ser guri faz muito tempo, então um checape no 'corpinho' já destruído pelo tempo se faz necessário; estava fazendo uma monitoração da pressão arterial de 24 horas, e requeria um esforço habitual a minha rotina, então...pedal.
   Decidi ir só até Pulador, em ritmo forte, mas forte estava a temperatura a hora que sai de casa, as 09:35, e o despreparo para tal ato.
   Choveu pros lados do Pulador, em alguns pontos apenas uma(s) pancada(s), em outros tinha até barro, na volta, pelo Tropeiro Camponês, tinha um vento, quer dizer um 'bafo' quente contra, que me fez fazer mais força ainda, e cansar muito mais, o que para o exame, até que era bom.  
    No final das contas foram 34Km, a uma média de 18.4Km/h em 1° 50'.
   Depois dos 30, tudo que vier é lucro não é mesmo!?




"Eles falam, falam, falam, 
                                nada fazem,
                                  e continuam falando, falando, falando..."
                                                                                      Kusma. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pedal 06-11-2011 São Pedrinho São Roque, ...Fugindo da chuva.

Será que chove?
   Eu e o Lorenzini fomos dar uma pedalada neste domingo, saímos da praça sabendo que iríamos nos molhar. A ideia era ir até Capinzal I, descer a Nossa Senhora das Graças, subir pela porteira 'do Dudi' retornando por São roque/Roselândia, fazendo em torno de 40Km.
Lorenzini
 Mas ao chegarmos na entrada de São Pedrinho o tempo fechou, já estava iniciando uns pingos frios de chuva, então, mudança de planos, ir por São Pedrinho e voltar para a cidade, quando chegamos ao asfalto que vai a Roselândia outra mudança; sol, e para não ser um "pedal coice de porco", descemos para São roque e saímos pela sede campestre do Caixeiral, este último trecho de estrada bem acidentado, com pedras enormes e soltas nas subidas, o negócio era reduzir marcha, estrangular o giro e tocar por cima, ou passa ou cai, sem chance para outra alternativa.
   No final das contas o objetivo foi alcançado, 40KM, em 2° 41' a uma média de 14,7Km/h, esta é minha média, a do Lorenzini com certeza foi bem mais alta, já que em todas as subidas ele subiu numa lenha doida, e no final delas tinha que me esperar alcança-lo com a língua nos pés...





segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pedal 05-11-2011 Coxilha, Povinho Velho

                         Sai de casa eram quase 15 horas, ao passar pela praça da Mãe Preta vi que o pessoal ainda estava por lá, parei e perguntei aos amigos se algum deles estava afim de me acompanhar na ‘empreitada’, o calor acabou me fazendo ir sozinho.
  Ao chegar nos altos da Petrópolis, cruzei por um ônibus da CODEPAS, no itinerário do mesmo informava a temperatura externa, 33,6°C, mais umidade relativa do ar baixa, estava de cuspir tijolos...
   Meu percurso foi; UPF, Alto da Cruz, cruzamento do despacho, Coxilha, ERS-135, pedágio/antena, Povinho Velho, Passo da Cruz, Comercial Campestre, Vila Ricci/Semeato.
  A ponte sobre o Rio Miranda, na localidade de Alto da Cruz está em péssimo estado, requer atenção até pra cruzar a pé, tábuas podres, soltas enormes pregos enferrujados expostos, que abririam fácil um pneu, ano que vem, que é "ano mágico", devem reformar a ponte.
    Ao chegar no cruzamento do despacho uma grande surpresa, o local estava 'zerado', os macumbeiros devem ter aderido a alguma greve ou algo do tipo, ali também percebi que aumentou o quantidade de nuvens, com isso baixou consideravelmente a temperatura, tornado o pedal mais agradável.
Asfalto? Não, obrigado!
   O caminho seguiu com muita poeira e pedras soltas, alguns trechos os caminhões cruzavam em alta velocidade, aumentando a possibilidade de levar uma pedrada e ir a nocaute, e diminuindo a visibilidade com grandes nuvens de pó.
Coxilha, logo ali...
     Na última descida antes de Coxilha, senti a roda traseira 'dançando' sobre as pedras, parei para ver o que era, o pneu traseiro ficou com vários 'pegões' como pode ser ver na foto abaixo, detalhe; eu não freei em nenhum momento da 'chula'.
Vai um 'pegãozinho' ai?









      Cheguei em Coxilha no final de um torneio de bola, festa com foguetório, só não me convidaram pra gelada, bom gelada mesmo é a água no posto as margens da ERS-135, que estava de congelar a 'pança'. O pó já tinha tomado conta de toda a relação, mais uma lubrificação por cima da sujeira mesmo e fui fazer a pequena parte em asfalto até o pedágio.
  Um fato me chamou atenção, uma placa escrita "ao contrário" na entrada de uma propriedade.
Só pode ter se inspirado em uma ambulância.       
    A esta altura um fato curioso me perseguia, ao parar na ponte da localidade do Alto da Cruz estava com a média de 16.5Km/h, ao parar no posto em Coxilha também, quando cheguei no Povinho Velho na BR-285 continuava com a mesma média.
BR-285, Povinho Velho.
   A bicharada se fez presente neste pedal, muitos lagartos, um gambá, esse não tinha visto ainda, e um gavião real próximo a entrada do Passo do Chinelo, deste, ainda 'filhotão' consegui algumas fotos contra o sol.
 Ao chegar na perimetral, próximo a sede campestre do Comercial adivinha a média? 16.5Km/h, com o percurso final na cidade a média subiu um pouco, mas considerando as subidas do percurso e o estado das estradas, até que não foi tão ruim.
   Acima, o que sobrou do primeiro autódromo de Passo Fundo na localidade de Passo da Cruz, o portão e a caixa d'água em formato de lata de cerveja, pena que é só o formato. Se não me engano, nesta época o Coxilha ainda era um distrito.
Provoque a sede até não aguentar mais, ai acabe com ela com...
         
                           ...água gelada do Posto Coxilha.
Rio Miranda










Cruzamento do despacho, limpo!











Foto tirada por um dos buracos da ponte sobre o Rio Miranda.
    
     Com um total de 72 Km, em 4° 16' pedalados, a média de 16.8Km/h.


    "Quando tudo parece estar sobre controle, 
                              significa que não está rápido o suficiente"
                                                                   Mario Andretti

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pedal 02-11-2011 Pulador

           Como o feriado era dos mortos, e não dos vivos, fui dar uma pedalada mais para cumprir tabela, ou como diria o Ronaldo; "Uma pedaladinha de gay!", fui 'até' Pulador, indo por cima, e voltando por baixo, ou seja, chegando a casa roxa entrando a direita, via aeroclube.
      A estrada está boa, nos trechos de tradicionais atoleiros recebeu pedras, algumas bem 'poupudas e bicudas', requerendo alguma atenção, e britas soltas nas subidas/decidas.
       A movimentação da colheita da canola está no fim, mas ainda se encontra máquinas agrícolas e caminhões carregados pelas estradas do interior.
       Para a quilometragem não ficar tão baixa dei uma volta pelo centro da megalópole, o que aumentou uns 10 Km.


                           
                               Lua

   Totalizando 44.0Km, a média de 18.3Km/h em 2° 23', não morram de inveja com tuuuudo isso, ehehehehe!!!!!


    
                 "Faça pelas pessoas enquanto elas estão vivas, 
                                  depois que elas morrem, 
                                não adianta fazer mais nada!"
                                                                               Kusma.