domingo, 8 de julho de 2012

****Pedal 03-07-2012 UPF, Alto do Cruz, Cruzamento do Despacho, Povinho Velho, Passo Do Cruz, Vila Ricci

Na BR-285 entre Povinho Velho e Passo Do Cruz.
   Aproveitando os últimos dias de calor, um rápido pedal por: UPF, Alto do Cruz, Cruzamento do Despacho, ERS-135, Chácara Fest, Povinho Velho, Passo Do Cruz, Sede Campestre Comercial, Vila Ricci.
      Na localidade do Alto do Cruz, que é uma baixada, flagrei o Avianca preparando-se para aterrizar:





    










   
     A ideia inicial era ir até Coxilha, mas saindo tarde de casa, por volta das 14:30, peguei o "atalho" logo após o Cruzamento do despacho. O dia para mim não estava dos melhores, uma grande 'maleza' tomou conta  do corpinho, sem falar no forte vento, na maioria das vezes contra. A situação foi melhorando conforme o tempo passava, ao chegar no Cruzamento do Despacho me senti melhor, e o vendo deu uma "güéla", com isso deu para pedalar forte, como nos velhos tempos, ou quase isso.
Cruzamento do Despacho limpo, placas com ameaças funcionaram
       Ao me aproximar da ERS-135, avistei um Corolla dos antigos parado na estrada, ao me verem, embarcaram rapidamente, fizeram a volta e foram para a RS, pensei comigo, "é desova", não deu outra, macumba fresquinha:
Poluição ao meio ambiente, mais risco de incêndio.
   A fé de alguns que me desculpe, tive que intervir na "macumbis"; como diria o Mussum, velas acesas próximo a macegas secas, e estas próximas a um resquício de mata nativa, as velas foram apagadas com a própria pinga, é bem melhor uma "entidadi" triste que uma mata queimada.
Vamô? Tu leva a gelada e eu as armas!
   A estrada pela Chácara Fest como sempre, um tapete, não quero cruzar por ali dia de chuva...
   Por se tratar de um percurso extremamente conhecido, em vários pontos já se sabe até que marcha usar, o pedal foi ficando cada vez mais rápido, o objetivo era manter assim até 'morrer', o que não aconteceu.
Indo para Povinho Velho.
      A parada mais prolongada foi no cemitério de Povinho Velho, que não durou mais de dez minutos para uma calibrada na água, que se encontrava bem gelada.
Abastecendo o velho corpo.


Vista dos fundos do cemitério em Povinho Velho.
Pra cá vai a Mato castelhano, Água Santa, Ibiaçá, saudade destes lados.








  
  


Aos mortos, flores, velas e bergamotas?
  
   
  
    Com a parada curta o ritmo continuou o mesmo, na localidade do Passo do Cruz, próximo a entrada para ir ao Capingüi, cruzei por um biker indo em direção a Mato Castelhano, mais um 'solitário' no trecho.
  Ao me aproximar da sede do Clube Comercial, de u para ver a cidade bem 'esfumaciada', depois isso é coisa de cidade grande.


  No total foram pouco mais de 57Km, a uma média de 19.5Km/h pedalados, boa média, principalmente se considerar o início ruim da pedalada.
Passo Fundo em meio a fumaça.
Localidade de Povinho Velho em Mato Castelhano.
Localidade de Passo Do Cruz em Mato castelhano, será que sobe?
Em frete a Chácara Fest.

  



Cocoon?
   Cheguei em casa com os últimos raios de sol, pouco tempo depois esta era a visão da janela da sala aqui da baixada:




    "Boas intensões,
               só atraem desgraça."
                                       Kusma.

Balanço do Mês de Junho


  Mês fraco, que venham melhores...
 -Pedal no asfalto: 43KM
-Pedal em estradão:199KM
-Caminhadas: 127KM
-Corridas: 0KM 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Pedal 30--06-2012 São Miguel, Santa Gema, Capinzal, Olaria Lago, São Roque, Roselândia.

Em Capinzal, entrada para a Olaria Lago.
  Aproveitando o calor de uns 15°C acima do normal, sai de casa as 15:10, passando por: são Miguel Curva dos Pinheiros, casa roxa, Zóca, Bom Recreio, Santa Gema, Capinzal, estrada lateral ao Jacó, Capinzal I, Olaria Lago, Nossa Senhora das Graças, São Roque, Nossa Senhora da Saúde, Roselândia.
Subida/decida Xácara do Sacolão em São Miguel.
  Na Curva dos Pinheiros, bem na entrada do "Cid & Galeto", um Preá me ultrapassou em alta velocidade, considerando que ali se pedala a uns 25Km/h, da pra ver que o bicho estava jogando pedra na cara dos adversários.
  Na Santa Gema peguei a primeira a esquerda, antes da igreja, lá no baixadão uma surpresa na ponte que faz a divisa Santa Gema e Capinzal, dois moradores locais estavam concertando a ponte já bem deteriorada.
    Mas isso não seria obrigação do poder público municipal? Ha, ha, de uma administração que deixou a vitrine, a área central da cidade um queijo suíço, o quê esperar do interior!? E quem nos dera que fosse somente esta ponte no interior neste estado.

















     O Senhor de barba estava revoltado, me autorizou as fotos e me pediu para serem divulgadas na internet para mais pessoas saberem do abandono do interior pelos nossos políticos. O mesmo também me informou que o ônibus escolar parou de cruzar a ponte, o motorista estava temendo o pior, então ele, tinha que vir toda manhã ainda escura com sua filha até a ponte para pegar o ônibus.
  O concerto que eles estavam realizando seria apenas nas tábuas onde passam as rodas dos veículos, o buraco na lateral iria continuar, ou seja, veículos com bitola maior que o normal não poderão cruzar como colheitadeiras e, principalmente agora, as plantadeiras.
Plantadeira em ação no Jacó.
Um tapete em Capinzal, a direita Jacó.
   Quando entrei na estrada na foto acima, uma sena chamou a atenção, vários gaviões carcarás  estavam 'tentiando' alguma coisa.
  
Só no zóinho.

























  


    Ao avançar mais um pouco descobri do porquê da tocaia, uma enorme lebre saiu correndo campo a fora, um dos gaviões levantou voo e tentou a captura da lebre, mas já era...
Lebre em fuga.
Tentativa frustrada de captura.




























    
   
   Na descida para a Olaria Lago, muitas pedras soltas e valetas das últimas chuvas, atenção redobrada no trecho, ao chegar na ponte nenhuma novidade, a mesma está caindo aos pedaços, literalmente.
Um convite para acidentes.
  As margens da ponte tinha sacos, 'cheios de sacos' de fertilizantes, mostrando que não é só os 'da cidade' que poluem o campo.
Vai um lixinho ai!?
Nossa Senhora das Graças.
    Logo após N.S, das Graças, tem uma lambreta abandonada junto a umas árvores, quase deixei a bike e voltei de "tôtóca" embora, iria ganhar todas no posto da Gel. Netto.
   A subida da "pedra talhada", se é que podemos chama-la assim, entre Nossa Senhora das Graças e São Roque estava medonha, as últimas chuvas levaram terra, e os "cortes" na rocha ficaram mais visíveis formando degraus, com uma fina camada de brita completava o drama.
     A partir de São Roque foi contagem regressiva para chegar na cidade antes do anoitecer, cheguei no pórtico da Roselândia eram pouco mais de18:00.
Cair da noite em Nossa Senhora da Saúde.
   No total foram pouco mais de 50Km percorridos em 3° 00',  16.8 Km/h pedalados.
















            "Se votar resolvesse os problemas do país,
                          ele não seria obrigatório, seria proibido!"
                                                               Kusma. 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

domingo, 24 de junho de 2012

Pedal 23=-06-2012 Roselândia, São Pedrinho, Capinzal II, Bom Recreio, São Miguel.

Fundos do Jacó.
     Sai de casa era 14:45 totalmente sem rumo, sem saber onde 'se esquivar' do barro que poderia ter em vários pontos no interior, então hoje, decidi ir pedalar com o grupo das 15 horas.
Paulo Estacia, fazia um tempão que não o via.
 Na dúvida para onde irmos, lembrei que no meu último pedal as estradas estavam bem empedradas, então sugeri o mesmo percurso, só que em sentido contrário.
  Fomos por: Clube Hípico Gehlen, São Pedrinho, Capinzal I e II, fundos do Jacó, santa Gema, Bom Recreio, Zóca, casa roxa, Curva dos Pinheiros e São Miguel.
   O percurso escolhido foi um acerto, pouco barro, apenas um atoleiro já no final próximo ao Zóca.
   A unica atenção do pedal foi nos vários trechos de mata, onde a estrada estava lisa pelas pedras úmidas, onde qualquer discuido seria chão na certa.



As 3 fotos acima, na estrada indo para Capinzal.


Capinzal II
     O inverno sempre proporciona belas paisagens:
Capinzal II
Capinzal II
    Encaramos uma subida de quase dois quilômetros para chegar na Santa Gema.
Será que sobe!?
Altimetria da subidinha.


Santa Gema.
























   
    
    
    Ao chegarmos no asfalto, a maioria optou por retornar por ele, seguimos em um pequeno grupo pelo Bom Recreio, mas nos dividimos novamente quando 3 foram por Santo Antão, ficando eu, Mael e Leonardo, aceleramos o ritmo, até porquê a sol estava "se indo" e o frio chegando.
Zóca Forever...
-Óia o avião!








No asfalto, Santa Gema / Bom Recreio.
Por-do-sol no Zóca.
  










   


    
   Logo depois do Zóca, nos deparamos com um grande atoleiro, já conhecido, o Mael arriscou e conseguiu cruzar pedalando, eu resolvi subir o barranco e ir pela lavoura, mas não adiantou muito, me embarrei legal, o Leonardo decidiu ir pela lavoura do outro lado da estrada, mas se embarrou também, bem por fim o negócio era ter cruzado pelo atoleiro mesmo.
   Ao chegarmos em São Miguel,dei mais uma volta pelo centro da cidade, fechando o total de; 59Km, a uma média de 17.4Km/h em 3° 21' pedalados.
Vista de Passo Fundo dos altos da Santa Gema.
E o papo era rock gaúcho 80's.













Presidente, pedalando e filmando, louco para cair.
                        
                             "...é..."
                                 Kusma.