sábado, 8 de setembro de 2018

Pedal 07-09-2018 São Miguel, Bom Recreio, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

Pulador.
Depois de dois meses de molho, e sem a alta médica definitiva, um pedal "degavar" só para ver se ainda lembro como é!
De cara, na primeira subida, ou seja, a 100 metros de casa, pedalar em pé segurando no guidão sem chances, muita dor no pulso, mas no Bar End, sem problemas.
Encruzilhada Müller.
   Algumas obras de "melhorias entre São Miguel e o cruzamento da Casa Roxa, quê, nem em época de eleição a prefeitura faz algo que preste nas estradas do interior, um abandono total.
Aeroclube.
    Ao chegar a RS-153, peguei a direita em direção ao Bom Recreio, e na decida havia uma pequena sombra na estrada, nem dei muita bola, mas a mesma escondia um enorme buraco, a bicicleta deu uma corcoviada tão grande que não sai voando pra frete por estar clipado, e tem quem se iluda que é mais seguro pedalar com os pés soltos...
   Apesar de todo este tempo parado, e do ritmo ser mais lento, a política continuou a mesma, pedal sem paradas, até dar de cara com um pulverizador "gafanhoto" em Santa Teresinha, ai foi parar na beira da estrada e esperar ele passar.
   Na descida para o Arroio Passo do Erval, encontrei Campanholo, Cristiane e Miguel subindo, naquelas pedras "maravilhosas".
Pulador.
  De resto, só rotina até chegar em casa e descobrir que o strava deu uma bela bugada e registrou apenas os primeiros 15 km, foram 46,3 Km, a uma média de 18.0km/h, que até não foi ruim, mas não foi bom...

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Pedal 06-07-2018. Transbrasiliana, Colônia Miranda, Acidente, Coxilha.(Pedal abortado)

Colônia Miranda.
  Com previsão de chuva para o fim de semana, e aproveitando a sexta relativamente quente, algo em torno de 20°C, resolvi tentar melhorar meu tempo no percurso Transbrasiliana-Coxilha-Estrada do Trigo.
Transbrasiliana.
  Depois das últimas chuvas, ainda tinha alguns pontos com poças d'água e barro, variando de grudento a liso, inclusive em trechos rápidos, exigindo a rápida identificação do quê é liso ou grudento par saber como "atacar" o terreno.
Transbrasiliana.
   Vinha bem, melhorando meus tempos em todos seguimentos do Strava, mas para "nossa alegria", logo após cruzar os trilhos, a poucos quilômetros de Coxilha, o canote quebrou sem aviso prévio, em um trecho de reta rápido, lá pelos 40km/h, me desequilibrei, pendi para a esquerda, foram alguns bons metros tentando recuperar o equilíbrio, o pedal esquerdo roçou várias vezes o chão, mas ir ao solo foi inevitável.
Transbrasiliana.
   Cai de mal jeito sobre o braço esquerdo, e antes mesmo de parar de rolar no chão, a dor no braço na altura do cotovelo foi horrível, inchou na hora, me levantei rapidamente e verifiquei as pernas, não havia nada de mais grave, então, fomos analisar o braço...além da dor e inchaço, ao esticá-lo em linha reta, o antebraço ficava torto para baixo, uns 10cm mais baixo que o cotovelo, ao que tudo indicava, algo estava quebrado.
Transbrasiliana, logo após a entrada para Entre Rios.
   Coloquei a mão entre as pernas e "estiquei" o braço a força, deu uma "endireitada", e diminuiu a dor e inchaço, com isso comecei a sentir outras dores, pulso e ombro esquerdo, cotovelo e pena direita, joelhos, ego...
Colônia Miranda.
    Fiz contato com meu resgate, Beto, enviei minha localização via Whatszap, a melhor função do aplicativo de fofocas, mas resolvi ir até o posto Coxilha, então tirei o toco do canote de dentro do quadro com uma alicate de bico, que sempre me acompanha no kit de emergência, coloquei o banco com o que restou do canote, e me fui com o banco super baixo parecendo uma bike de pula-pula, o braço latejava, hora o apoiava no guidão, hora o deixava solto e movia os dedos.
Exatamente como parou após o desastre.
   Vindo bem "degavar" deu para chegar no posto, pegar uma água gelada, sentar e esperar o resgate, ai me dei conta que estava eu, cheio de dor, suspeita de fratura, dando risada, e nas redes sociais estava cheio de gente chorando por futebol....que fase!
Colônia Miranda.
    O resgate chegou, bike embarcada, agora, aquele momento que todo mundo adora, hospital, fui para o hospital da Cidade, Raio X, avaliação por três médicos, sendo um de forma virtual no HO, tecnologia "fiô", o diagnóstico foi uma grande luxação, por ter dobrado o braço pra onde não se deve...mas se parar para pensar, a única parte do corpo que não bati quando cai foi o braço...que pelo visto irá demorar para curar como se tivesse fraturado.
Transbrasiliana.
   No total foram 46.6 km em 2°31'33" de pedal, a uma média de 18.5km/h em um total de 2°52'25", sendo 20'52" parado arrumando o canote e o braço.
vamos ver quanto tempo ficaremos de molho agora; correr acho que semana que vem vai dar para encarar, mas pedalar acho que vai demorar.


domingo, 24 de junho de 2018

Pedal 23-06-2018 (Novo 8 do Pulador) São Miguel, Pulador, Rei do Campo, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

Três Lagoas.
    Em um sábado atípico para o inverno gaúcho, com temperaturas acima de 20°C, um pedal mais ousado, tentar fazer o Novo 8 do Pulador, na melhor média possível.
Estância Nova.
    As chuvas dos últimos dias deixou as estradas bem compactadas, mas nos trechos de muita sombra, como no túnel verde logo após Pulador, a estrada estava úmida e escorregadia, perigosa para os desavisados, até por ser um trecho relativamente rápido.
Três Lagoas.
    Quando cheguei na baixada da pote do Arroio Passo Do Erval, estava com uma média de 23.6 km/h, com o único problema que agora teria que subir tudo de volta, o quê não seria pouco.
     Ao chegar na entrada do Aeroclube, a prefeitura além da revirada inútil de pedras, espalhou brita, ai me vi obrigado a fazer o mesmo que alguns biker's fizeram antes de mim, pedalar por parte da lavoura que também foi patrolada para evitar as britas.
Estância Nova.
    Na descida do "canote quebrado", duas antes de chegar em São Miguel, onde tem aqueles cusco boxer chatos, a roda traseira pegou uma pedra e deu uma 'dançada" e fez o som tradicional, "psss", parei, pneu furado, mas não, só identifiquei em casa, quebrou um raio e afrouxou outros.
  No total foram 63.3 km, pedalados em 2°57'34", a uma velocidade média de 21.4km/h, com um tempo total de 2°57'45", sendo 11" parado, vendo pneu "furado"...
Obs: hoje, domingo, o pneu dianteiro está no chão.


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Pedal 19-06-2018 São Miguel, Santa Gema, Bom Recreio(pneu), Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel

Pulador.
   Saindo de casa um pouco mais sedo, com 15°C de temperatura, e uma sensação térmica acima de 20°C ao sol, sabendo das grandes variações témicas nesta época do ano, não me inludi, sai preparado para encarar as temperaturas do final da tarde.
Santa Gema.
      Ao chegar na Casa Roxa, dobrei a esquerda em direção a Santa Gema, ali a sensação térmica caiu de cara uns 10°C, um verdadeiro choque térmico, apenas provando que não dá para se iludir com temperatura ao sol.
Santa Gema.
    Na Santa Gema, lá no seu final, estava com uma média de 21.5km/h, que, a falta de treino não me permitiria manter.
   Estava  ouvindo um som estranho na bike, como se a "merendeira" embaixo do banco estivesse frouxa, como sabia que ela não iria cair, não parei, mas na verdade era o suporte da caramanhola que estava frouxo, e na descida do túnel verde logo após o pneu do Bom Recreio, eu a perdi, acho que foi por ali, dei falta da mesma logo a frente, na dúvida, segui, não iria perder tempo a procurando.
    Pedal seguia tranqüilo, e tentando "sugar" o máximo que conseguia, que não era grandes coisa, quando estava chegando a Pulador, dois filhotes do Pepe Le Pew cruzaram a estrada logo a frente da bike, quase dando uma gambazada, ali resolvi tirar o suporte da caramanhola que estava frouxo, antes que o perdesse também. 
Pepe Le Pew.
    Mas quando cheguei a Pulador, aquela desagradável surpresa, obras de "melhorias" da prefeitura, aquela revirada de pedras inútil que não resolve nada e apenas estraga a estrada que estava boa.
Por sorte a revirada foi só em alguns pontos localizados, e uma grande desgraça junto a ponto do Arroio do Pinheiro Torto, já na igreja de São Miguel.
Quando tinha cabelo, isso não acontecia.
   No total foram 62 km, pedalados em 3°10'34", a uma média de 19.5km/h,e um total decorrido de 3°12'24", sendo 1'50" parado.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Pedal 09-06-2018 São Miguel, Bom Recreio, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

Encruzilhada Müller.
    Depois de um tempo sem pedalar devido a uma lesão no músculo da teta, e ainda com alguma dor, uma volta curta, até porque sai tarde de casa.
    O pedal inicia com temperatura em torno de 20°C, mas com as vestimentas de inverno, em alguns momentos fica desconfortável, quente, e a regulagem do zipper tanto da camisa como do agasalho se faz necessário por um bom tempo, mas com o decorrer do mesmo, depois das 16:00 o sol enfraquece e a temperatura cai rapidamente para menos de 10°C.
   As estradas depois das chuvas estão boas, bem compactadas, tanto que cheguei em Encruzilhada Müller, com a média de 21.5 kl/h, sem fazer muita força. Sabendo da subida após o Arroio Passo do herval, e pior a descida cheia de pedras que se não pedalar a bike para, seria impossível manter esta boa velocidade média.
    Ao cruzar o túnel verde, o mesmo que quase atropelei um imenso veado a ultima vez que por ali cruzei; encontrei uma bomba da marca Elleven, sei que muitos pedalaram para Pulador/Tropeiro Camponês, então, se souber quem perdeu, faça contato.
   No total foram míseros 46,4km, pedalados em 2°19'48", a uma média de 19,9km/h, em um tempo total de 2°20'12", sendo 24" parado 'resgatando' a bomba.


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Pedal 13-05-2018 São Miguel, Encruzilhada Müller, Faxinal, Papelão Zebu, Estância Nova, Pulador, São Miguel.

Faxinal / Ernestina.
      No primeiro pedal de inverno de 2018, pois o frio chegou, ainda meio tímido, mas já interferindo nas vestes, aquela camisetinha colada ao couro gordo se fez necessária, um pedal mais ousado, fazer novamente o percurso para Santo Antônio do Planalto, que havia feito em fevereiro de 2012.
      Saindo as 13:15, fiquei em dúvida se daria tempo, ao chegar no Cruzamento da Árvore Seca, que estava verdinha, percebi que daria, pois iria chegar antes das 16:00 em Santo Antônio do Planalto, sendo que a volta é mais curta, e tão rápida que a ida, se as pernas aguentarem...
     Ao cruzar a BR-386, indo em direção a Papelão Zebu, especificamente na decida, a quantidade de pedras fez a bicicleta trepidar tanto que, até onde me lembre, foi a primeira vez que tive de diminuir a velocidade, mesmo tendo 100% de controle da bike, antes que o perca.
    Uma breve parada em Santo Antônio do Planalto para cruzar novamente a BR-386, começar o retorno, as pernas aguentaram o tranco até próximo a entrada do Aeroclube, dali até em casa foi dosar a "emoção" para não travar e ter uma caída abrupta no ritmo.
    No total foram 89 Km, em 4°20'43" de pedal, a uma média de 20.4km/h, em um total de 4°21'31", sendo 48" parado, o tempo perdido para atravessar a BR-386 e a perimetral no       Posto São Miguel, pedal sem paradas é o objetivo.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Pedal 05-05-2018 São Miguel, Pulador, Estância Nova, Três Lagoas, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel

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    Em uma tarde de céu nublado e previsão de chuva, a ideia inicial era fazer a volta pelos "fundos" de Santo Antônio do Planalto por Estância Nova e Faxinal, mas achando que não daria tempo, resolvi dar uma "encurtada", pegando um atalho pela cachoeira de Estância Nova e saindo direto em Três Lagoas.
   As estradas, pela falta de chuva, já apresentam o "desgaste" com muita poeira e várias pedras soltas dos mais variados calibres, tanto que para chegar na cachoeira, tanto a descida quanto a subida, horrível, por ali encontrei o pessoal do Pedal Fraco.
    Ao chegar na ponte do Arroio Passo do Herval,não peguei a esquerda como tradicionalmente, fui a direita em um trecho que não conhecia até Três Lagoas.
   Por ali aquela recepção "calorosa" da cuscaiada, em Encruzilhada Müller, encontrei o Leonidas, bem no final da subida das pedras, onde eu iria descer, a lomba está mais rápida, mas a sensação de a bike vai de destruir de tanta trepidação continua.
   Para "nossa alegria", a prefeitura fez a tradicional lambança de espalhar brita no trecho próximo ao Tropeiro Camponês, será que um dia eles irão aprender que brita não é obra de melhoria!?
    No cruzamento da Casa Roxa encontrei o pessoal do Ventos do Sul, e mais a frente reencontrei o Felipe e o Everton.
Encruzilhada Müller - Ernestina.
    No total foram 70 km, em um total de 3°35', sendo 3°32' em movimento, a 19.7km/h de média e 879 de acumulo de altimetria.