domingo, 7 de outubro de 2018

Pedal 06-10-2018. Santa Marta, Capinzal, Capão do Valo, Pulador, São Miguel.

Santa Gema.
    Hoje foi o dia de um roteiro novo por lugares conhecidos, alguns fazia tempo que não pedalava, e outros, por incrível que pareça, nunca havia pedalado neste sentido.
Santa Gema.
    A estrada estava boa para Capinzal, e em Santo Antonio do Capinzal cruzei por dois bikers solitários, e ao chegar em Capinzal, mesmo enfrentando duas lombas fortes, estava com 19.1km/h de média, lógico que com mais 5 por vir, manter esta média seria bem difícil, mas "vamô tentânô".
Santa Gema.
   Agora estou subindo em direção a Santa Gema, a estrada deu uma piorada, mas nada que altere o ritmo.
Capão do Valo.
  Ao chegar no Pneu do Bom Recreio, uma pausa para cruzar a RS-153, na neurose de não parar por nada, uma eternidade...
Encruzilhada Müller.
    Logo já estava no cruzamento da FertiSystem, ali peguei a esquerda descendo em sentido a Capão do Valo, trecho esse que só fiz ao contráriuo, subindo em direção a FertiSystem/Santa Terezinha.
Pulador.
     No Capão do Valo as nuvens começam a ficar bem carregadas?
Tiro rápido já se está em Encruzilhada Müller, e para a desagradável surpresa, foi espalhado pedras dali até o meio da descida para o Arroio Passo do Herval, que já era pura pedra, trecho complicado e perigoso, requer atenção, e por ali também começou uns pingos de chuva, do mesmo jeito que chegaram se foram, sem sequer marcar a poeira.
Santa Gema.
   De Pulador até a Casa Roxa, várias reviradas de pedras e britas espalhadas em alguns trechos, bem bagaceira.
E no último trecho do pedal, da Casa Roxa a São Miguel, o velocímetro deu pau, apagou, se foi, de bom, só a enorme quantidade de pedras espalhadas neste trecho se compactaram com as chuvas dos últimos dias.
Santa Gema.
   No total foram 62,49 Km, em 3°28'21" de pedal, a uma velocidade média de 18.0 km/h, em um tempo total de 3°29'17", sendo 56" parado, cruzando duas vezes a RS-153 e uma a perimetral/RS-324.
Santa Gema.
Encruzilhada Müller.


domingo, 30 de setembro de 2018

Pedal 29-09-2018 Transbrasiliana, Comunidade Fauth, Povinho Velho, Comercial Campestre.

Avenida Brasil. Boqueirão.
Em uma tarde quente, que serão inevitáveis até lá por marco de 2019, e com um vento que soprava para todo lado, com uma indisposição medonha!
Comunidade Fauth.
De cara, na Transbrasiliâna, BR-153, espalharam pedra em alguns trechos, "modus operandi" que durou quase todo o pedal.
Com César e Lorenzini. Comunidade Fauth.
Na Comunidade Fauth, encontrei o pessoal do Pedal na Noite, uma breve pausa opara uma foto com o César e Lorenzini, e segue o baile, trechos rápidos e se cuidando das pedras esporádicas. Ao chegar no Cruzamento da Macumba, estava com uma média de 17.5 km/h, bem ruim, mas ao que indicava seria isto para pior.
Próximo a Passo do Cruz.
Outra parada para cruzar a Rs-135, como sempre, bem movimentada sábado a tarde. Próximo a Encruzilhada Melo cruzei por mais 3 bikers, e quando estava já no trecho final, próximo a estrada do antigo Lixão, cruzei por mais 2, e logo mais a frente mais um solitário, foi só dar uma esquentada e movimentou "os interiôr", e pensar que a 20 anos atrás, você não encontrava ninguém nunca.
Avenida Brasil. Boqueirão.
No total foram 64,29 Km, pedalados em 3°18'19", a incríveis 19.5 km/h, forte recuperação no final, em um total de 3°21'52", sendo 3'33" parado, cruzar duas vezes a BR-285, uma a RS-135, foto do encontro, e mais alguns semáforos vermelhos, no final não foi tão ruim quanto aparentava...
Comunidade Fauth
Próximo a Passo do Cruz.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Pedal 22-09-2018 São Miguel, Aeroclube, Casa Roxa, Pulador, Encruzilhada Müller, Bom Recreio, São Miguel.

Pulador.
   A primavera começou com uma tarde de calor digna de verão, com um sol de rachar.
Pulador.
    De cara, logo após a igreja de São Miguel, na localidade de Pinheiro Torto, a "bela" obra de "melhoria" da prefeitura, ficou tão "boa", que até um trator, isso mesmo, um TRATOR, teve dificuldade de transitar em determinado ponto de tantas pedras soltas, pois boa parte só foram espalhadas, e onde foi compactado, bem meia boca, já esta tudo solto, que nem da pra dizer que passou um rolo compressor por ali, obra "tópy", igual os asfaltos que tem que ser refeitos na cidade...
Pulador.
    Bom, se um trator tem dificuldade de passar, imagine uma bike, então é para, desce, caminha, acha um lugar para reiniciar a pedalada, pedala mais um trecho, e repete a operação...

O preço foi que ao chegar no túnel verde próximo ao Aeroclube,o do veado, a média era de 16,5 km/h, onde o normal ali é acima de 19.0 km/h, e junte a isso um desanimo "pedalístico", não espere grandes coisas no final.
Na ponte do Aeroclube encontrei um pequeno grupo de bikers se preparando para a subida murrinha para sair na BR-285.
   O pedal seguia em ritimo de 'cruzeiro' 1/2 boca, até a parte final, o retorno as pedras, que mesmo agora sendo praticamente descidas, não vai, e se repete a tática, parar, caminhar, ponto para reiniciar...
Pulador.
   No total foram 57,58 Km, em 3°20'23" de pedal a uma velocidade média de 17.2 Km/h, em um total de 3°21'49", sendo 1'26", malditas pedras...

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Pedal 12-09-2018. São Miguel, Casa Roxa, Aeroclube, Casa Roxa, Pulador, Casa Roxa, Santo Antão, Alex Bikes.

Aeroclube.
    Com previsão de chuva para o resto de semana, e ainda no mesmo estado físico, ou seja, todo quebrado, mas dores e desconforto e sinal que você ainda não morreu...
Pulador.
   De cara, as pedras que estavam empilhadas a beira da estrada foram espalhadas, e compactadas, digamos, de forma não muito convincente, exigindo alguma atenção na subida, principalmente ao cruzar com veículos.
     A falta de chuva nos últimos dias acumulou bastante poeira e arreia em alguns trechos, requerendo atenção, principalmente nas curvas, fazê-las muito fechado pode resultar em um belo tombo.
Para minha surpresa, a subida do Aeroclube, que neste caso, estava descendo, estava boas condições, como nunca vi.
Aeroclube.
    Logo após esta volta, o retorno a Casa Roxa, e o percurso normal para Pulador via pesque e pague, e retorno via Tropeiro Camponês, e ao chegar novamente a Casa Rocha, indo em direção a Santo Antão.
     Neste último trecho já estava bem cansado, pernas amortecidas, braço ferrado latejando e mantendo a média apenas com os pouco mais de 28 anos nesta lida...
Aeroclube.
Agora faltava "apenas" a subida para Santo Antão, onde mais quê nunca, a experiência e o equipamento fizeram sua parte, pois o corpo estropiado ficou caido na sanga no início da subida..
Pulador.
   O pedal encerrou antes, na Alex Bikes para dar uma revisada pós acidente, sim, deveria ter feito antes de retornar a andar, mas os estragos realmente foram só no corpinho.
   No total foram 51,54km, em 2°40'21" no total, sendo 2°39'43" em movimento, a uma média de 19,4km/h, e 38" parado perdidos para cruzar a RS-153.

sábado, 8 de setembro de 2018

Pedal 07-09-2018 São Miguel, Bom Recreio, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

Pulador.
Depois de dois meses de molho, e sem a alta médica definitiva, um pedal "degavar" só para ver se ainda lembro como é!
De cara, na primeira subida, ou seja, a 100 metros de casa, pedalar em pé segurando no guidão sem chances, muita dor no pulso, mas no Bar End, sem problemas.
Encruzilhada Müller.
   Algumas obras de "melhorias entre São Miguel e o cruzamento da Casa Roxa, quê, nem em época de eleição a prefeitura faz algo que preste nas estradas do interior, um abandono total.
Aeroclube.
    Ao chegar a RS-153, peguei a direita em direção ao Bom Recreio, e na decida havia uma pequena sombra na estrada, nem dei muita bola, mas a mesma escondia um enorme buraco, a bicicleta deu uma corcoviada tão grande que não sai voando pra frete por estar clipado, e tem quem se iluda que é mais seguro pedalar com os pés soltos...
   Apesar de todo este tempo parado, e do ritmo ser mais lento, a política continuou a mesma, pedal sem paradas, até dar de cara com um pulverizador "gafanhoto" em Santa Teresinha, ai foi parar na beira da estrada e esperar ele passar.
   Na descida para o Arroio Passo do Erval, encontrei Campanholo, Cristiane e Miguel subindo, naquelas pedras "maravilhosas".
Pulador.
  De resto, só rotina até chegar em casa e descobrir que o strava deu uma bela bugada e registrou apenas os primeiros 15 km, foram 46,3 Km, a uma média de 18.0km/h, que até não foi ruim, mas não foi bom...

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Pedal 06-07-2018. Transbrasiliana, Colônia Miranda, Acidente, Coxilha.(Pedal abortado)

Colônia Miranda.
  Com previsão de chuva para o fim de semana, e aproveitando a sexta relativamente quente, algo em torno de 20°C, resolvi tentar melhorar meu tempo no percurso Transbrasiliana-Coxilha-Estrada do Trigo.
Transbrasiliana.
  Depois das últimas chuvas, ainda tinha alguns pontos com poças d'água e barro, variando de grudento a liso, inclusive em trechos rápidos, exigindo a rápida identificação do quê é liso ou grudento par saber como "atacar" o terreno.
Transbrasiliana.
   Vinha bem, melhorando meus tempos em todos seguimentos do Strava, mas para "nossa alegria", logo após cruzar os trilhos, a poucos quilômetros de Coxilha, o canote quebrou sem aviso prévio, em um trecho de reta rápido, lá pelos 40km/h, me desequilibrei, pendi para a esquerda, foram alguns bons metros tentando recuperar o equilíbrio, o pedal esquerdo roçou várias vezes o chão, mas ir ao solo foi inevitável.
Transbrasiliana.
   Cai de mal jeito sobre o braço esquerdo, e antes mesmo de parar de rolar no chão, a dor no braço na altura do cotovelo foi horrível, inchou na hora, me levantei rapidamente e verifiquei as pernas, não havia nada de mais grave, então, fomos analisar o braço...além da dor e inchaço, ao esticá-lo em linha reta, o antebraço ficava torto para baixo, uns 10cm mais baixo que o cotovelo, ao que tudo indicava, algo estava quebrado.
Transbrasiliana, logo após a entrada para Entre Rios.
   Coloquei a mão entre as pernas e "estiquei" o braço a força, deu uma "endireitada", e diminuiu a dor e inchaço, com isso comecei a sentir outras dores, pulso e ombro esquerdo, cotovelo e pena direita, joelhos, ego...
Colônia Miranda.
    Fiz contato com meu resgate, Beto, enviei minha localização via Whatszap, a melhor função do aplicativo de fofocas, mas resolvi ir até o posto Coxilha, então tirei o toco do canote de dentro do quadro com uma alicate de bico, que sempre me acompanha no kit de emergência, coloquei o banco com o que restou do canote, e me fui com o banco super baixo parecendo uma bike de pula-pula, o braço latejava, hora o apoiava no guidão, hora o deixava solto e movia os dedos.
Exatamente como parou após o desastre.
   Vindo bem "degavar" deu para chegar no posto, pegar uma água gelada, sentar e esperar o resgate, ai me dei conta que estava eu, cheio de dor, suspeita de fratura, dando risada, e nas redes sociais estava cheio de gente chorando por futebol....que fase!
Colônia Miranda.
    O resgate chegou, bike embarcada, agora, aquele momento que todo mundo adora, hospital, fui para o hospital da Cidade, Raio X, avaliação por três médicos, sendo um de forma virtual no HO, tecnologia "fiô", o diagnóstico foi uma grande luxação, por ter dobrado o braço pra onde não se deve...mas se parar para pensar, a única parte do corpo que não bati quando cai foi o braço...que pelo visto irá demorar para curar como se tivesse fraturado.
Transbrasiliana.
   No total foram 46.6 km em 2°31'33" de pedal, a uma média de 18.5km/h em um total de 2°52'25", sendo 20'52" parado arrumando o canote e o braço.
vamos ver quanto tempo ficaremos de molho agora; correr acho que semana que vem vai dar para encarar, mas pedalar acho que vai demorar.


domingo, 24 de junho de 2018

Pedal 23-06-2018 (Novo 8 do Pulador) São Miguel, Pulador, Rei do Campo, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

Três Lagoas.
    Em um sábado atípico para o inverno gaúcho, com temperaturas acima de 20°C, um pedal mais ousado, tentar fazer o Novo 8 do Pulador, na melhor média possível.
Estância Nova.
    As chuvas dos últimos dias deixou as estradas bem compactadas, mas nos trechos de muita sombra, como no túnel verde logo após Pulador, a estrada estava úmida e escorregadia, perigosa para os desavisados, até por ser um trecho relativamente rápido.
Três Lagoas.
    Quando cheguei na baixada da pote do Arroio Passo Do Erval, estava com uma média de 23.6 km/h, com o único problema que agora teria que subir tudo de volta, o quê não seria pouco.
     Ao chegar na entrada do Aeroclube, a prefeitura além da revirada inútil de pedras, espalhou brita, ai me vi obrigado a fazer o mesmo que alguns biker's fizeram antes de mim, pedalar por parte da lavoura que também foi patrolada para evitar as britas.
Estância Nova.
    Na descida do "canote quebrado", duas antes de chegar em São Miguel, onde tem aqueles cusco boxer chatos, a roda traseira pegou uma pedra e deu uma 'dançada" e fez o som tradicional, "psss", parei, pneu furado, mas não, só identifiquei em casa, quebrou um raio e afrouxou outros.
  No total foram 63.3 km, pedalados em 2°57'34", a uma velocidade média de 21.4km/h, com um tempo total de 2°57'45", sendo 11" parado, vendo pneu "furado"...
Obs: hoje, domingo, o pneu dianteiro está no chão.