quinta-feira, 6 de abril de 2017

Pedal 01-04-2017 Transbrasiliana, Comunidade Fauth, Povinho Velho, Comercial Campestre

Transbrasiliana, em boas condições
    Passando o mês de março em branco, apenas corridas esporádicas.
Com o início da safra de soja, resolvi fazer um percurso para evitar as "obras de melhorias",que só piora, da prefeitura de Passo Fundo, o brique começou na BR-153, a Transbrasiliana, a estrada estava ótima, mas lógico, com a safra e o transito forte de caminhões, poeira foi inevitável.
Poeira na Transbrasiliana, normal para esta época.
   Mas ao sair da BR, e acessar a estrada para Comunidade Fauth, a desagradável surpresa, a prefeitura de Coxilha havia feito obras de "melhorias" padrão prefeitura de Passo Fundo, e ai ferrou, pedras soltas e muita poeira, em alguns trechos uma camada de mais de 10 centímetros do mais puro pó, parecia que estava pedalando na areia, pra cair não precisava muito.
Comunidade Fauth, para cair, não precisa muito esforço!
    Para se ter ideia de como estava ruim, o meu melhor tempo neste trecho é de 21'42", e agora foi de 39'11", a revirada de pedras diminuiu ao chegar no Cruzamento da Macumba, mas se estendeu até a RS-135.
Comunidade Fauth
   Logo após o Cruzamento das Emas, encontrei o pessoal do Ventos do Sul com um pneu furado, como não estavam precisando de nada para resolver o problema, segui em frente, encontrei mais alguns aguardando para o reagrupamento.
Divisa, Linha Camponesa \ Povinho Velho
    Mais a frente encontrei o pessoal do Pedal na Noite, se orientando para fazer uma volta diferente por Rincão das Quinas saindo na Encruzilhada Melo, e eu segui até o cemitério do Povinho Velho para pegar uma água e saborear o lanche, barra de cereais.
Passo do Cruz
  Dali o pedal seguiu tranqüilo e solitário, e proporcionando belas fotos do por-do-sol sobre Passo Fundo, já próximo ao Comercial Campestre.




     No total foram 64 km, e o que era pra ser uma média acima de 17km/h, ficou em 14.7km/h....
Cada vez mais raro de se ver, na Santa Maria










terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pedal 18-02-2017 São Miguel, Bom Recreio, Encruzilhada Müller, Pulador, São Miguel.

em frente ao MST
    Depois de uns dias sem pedalar,e depois de apertar a tampa do cassete que caiu, um trecho leve pelo condicionamento ridículo.
   Passei por um grupo de 4 bikers na Curva dos Pinheiros.
Milagres acontecem
   A estrada que vai ao finado Zóca estava recebendo aquela revirada de pedras falcatrua, mas pasmem, estavam compactado logo após, o que deixou a estrada ótima, mas totalmente sem pedras, quando chover já sabe...
Encruzilhada Müller
   O trecho Em Ernestina, Encruzilhada Müller havia algumas partes ruins, principalmente na baixada no Arroio Passo do Herval, onde a ponte, está em péssimo estado, parte da base da ponte se foi nas últimas chuvas, por se tratar de uma ponte de limite entre municípios, a reforma vai demorar...
Encruzilhada Müller
   Bom, a vantagem da chuva foi que com o barro, acomodou as pedras e britas soltas na subida para Pulador.
Ponte no Arroio Passo do Erval
  No túnel verde próximo a entrada do Aeroclube cruzei por outro grupo de 4 bikers seguindo para a Megalópole.
Chegando em Pulador
   No início do pedal estava pedalando a uma media de 17.5, como não havia chegado nas subidas, decidi tentar pedalar a uma media de 17.0, foi sofrido mas deu para "atingir a meta, sem dobrar a meta".
   No total foram 46 km, a uma media de 17.1 km/h.



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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Pedal 28-01-2017 Nossa Senhora da Paz, São Pedrinho, São Roque, São José, São Luizinho, São Brás, São João

Entre São Roque e São José
    Saindo as 15:00 para um pedal com o amigo Odarlei Matiolo, que estava a um tempo sem pedalar, e eu, cansado dos últimos treinos a pé, e com um condicionamento a beira da desgraça.
Descendo para São Luizinho
   Pedalamos por boas estradas até chegar a São Roque, uma breve parada, e quando retornamos ao pedal a desagradável surpresa, a prefeitura havia feito obras de "melhorias" entre São Roque e a estrada para a Morada Além do Horizonte, se na subida havia uma parte com britas soltas, agora toda sua extensão tem britas, pedras enormes e muita terra, dificultando até para os carros subirem, para bike era, "parou por algum motivo, não sobe mais pedalando", e foi o quê ocorreu comigo ao patinar nas pedras e ter que parar, ai só restou empurrar a bike por alguns metros até achar um lugar "menas"ruim para poder retornar a pedalar. Obrigado "mais melhor" gestão municipal da história.
Nas Baixadas de São Brás
   Ao chegarmos para encarar as subidas de São Brás, já estávamos entregues, então foi só controlar as últimas forças até chegar a cidade.
Por ali também começou a reinar o engate de marchas nas últimas pinhas do cassete, em uma das paradas dei uma conferida no câmbio e espia, tudo certo, só ao chegar a cidade percebi que o problema era as pinhas frouxas, pois a tampa havia desrosqueado do seu ajuste/aperto.
Odarlei nos altos de São Brás, próximo a entrada de Vila Colussi
   Um total de 50km, a uma média de 13.3km/h


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Pedal 22-01-2017 São Miguel, Pulador, Aeroclube, São Miguel.

Aeroclube
   Depois do fiasco de ontem, resolvi me redimir, em um trajeto relativamente rápido, o de ontem também era, entre uma pancada de chuva e outra, na cidade, pois para Pulador nem um pingo.
Pulador
   Deu para pedalar em um ritmo relativamente forte, cheguei em Pulador com a média de 18.2 km/h, mas esta alegria não iria durar muito...
Próximo a encenação da Batalha do Pulador 
    Logo que sai de Pulador, sentido Tropeiro Camponês, logo após uma curva, dei de cara com dois graxains, os mesmos deram meia volta e desapareceram em meio as capoeiras mais rápido que uma fotografia, pouco mais a frente uma lebre também apareceu pelo caminho, tão ou mais rápida que os graxains.
Aeroclube
   Conforme pedalava, a média ia caindo, pelas subidas e principalmente pelo "corpinho" que já estava um trapo ontem, imagine hoje.
Para esquerda, chuva
Para direita, Cúmulos-nimbos
Para trás por-do-sol
   A descida para o Aeroclube está intransitável, uma quantidade de pedras, britas e valetas, e o descaso de uma estrada movimentada, principalmente nos fins de semana.
  No total foram 39 km a uma média de 16.7 km/h


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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Pedal 21-01-2017 Transbrasiliana, Comunidade Fauth, Povinho Velho, Comercial Campestre

Transbrasiliana
     O pedal começa chato, com um trecho de asfalto desanimador, mas logo peguei a Transbrasiliana, que para minha surpresa, nunca esteve tão ruim, depois de "obras de melhorias" executadas pelo DNIT, ou empresa a seu serviço.
Transbrasiliana
   Pedras enormes e soltas, na última subida para a Comunidade Fauth, tive que empurrar a bike por uns 30 metros porquê simplesmente não tinha nenhuma possibilidade de se pedalar, estava ruim até para caminhonete...
Cruzamento da Macumba
   Ao sair da Transbrasiliana, o pedal volta ao seu ritmo normal, ao algo parecido. O sol neste momento torrava sem dó, mesmo de calça, manguitos e filtro solar 50.
Cruzamento da Macumba
   Entre a RS-135 e o cemitério do Povinho Velho muita poeira, a relação "esturricou", e para complicar, ao verificar em meu kit de sobrevivência havia esquecido de levar óleo lubrificante. E no cemitério aquela pausa para uma água gelada sabor "defunto", uma barra de cereais, e seguir o resto da empreitada.
Cruzamento da Macumba
   O resto do pedal foi sofrível, parte pelo fraco condicionamento, mas principalmente pela relação que de tão seca, "relinchava" a cada pedalada.
No total foram 64 km, a um vergonhoso 15.5 km/h.


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